Saber escutar os jovens fora da sala de aula

Estudantes aprendem a elaborar perfumes.
Estudantes aprendem a elaborar perfumes.

Estudantes do Ensino Médio continuam procurando referências práticas, no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), para complementar os estudos de sala de aula. No mês de agosto foram os alunos da Escola Estadual Sant´Ana, situada no bairro Petrópolis, e os estudantes do Instituto Federal do Amazonas (IFAM), que estiveram visitando empresas de cosméticos, instaladas na incubadora, com o objetivo de adquirir conhecimentos do processo químico pelo qual passa a elaboração de perfumes, sabonetes e hidratantes, feitos com produtos regionais.

Conforme a professora de Química, Giselle Alves, os estudantes adquirem conhecimentos dentro e fora da escola. “A nossa escola, além de transmitir o conhecimento teórico, realiza atividades práticas, como feiras de ciências. Portanto, o motivo da nossa visita é conhecer como as empresas de cosméticos elaboram seus produtos e como eles são comercializados. Isso incentiva os alunos a melhorar a sua formação”, diz a docente.

Dar exemplos é o melhor exemplo

Divididos em grupos, os estudantes tiveram a oportunidade de perguntar e tirar dúvidas, e ver como são preparados os produtos das empresas Perfumes da Amazônia e Cheiro D´Folha, que usam essências da floresta. “A produção de cosméticos diante dos alunos de Química é algo maravilhoso. Futuramente, podemos ter novos empreendedores nessa área”, conta Giselle, a professora que recebeu uma autêntica aula de como produzir um perfume.

Diante do empreendedor Elton de França, os escolares aprenderam a misturar as substâncias básicas para a elaboração de um perfume. “É muito gratificante que o nosso trabalho desperta interesse de muitos jovens. É um sentimento de dever cumprido, não somente do lado financeiro, mas também do lado social”, diz França.

Para os empresários visitados, o exemplo é a melhor forma de expressão aos jovens estudantes que procuram superar desafios. “Os exemplos de sucesso motivam os estudantes, dá confiança para aqueles que ainda estão escolhendo a profissão. Portanto, o sucesso de outros funciona como estopim para a tomada de decisões para quem deseja empreender”, complementa França.

Estudantes conhecem novas fragâncias na empresa Cheiro D´Folha.Estudantes conhecem novas fragrâncias na empresa Cheiro D´Folha.

Visitantes falam diretamente com os empreendedores.
Visitantes falam diretamente com os empreendedores.

Estudantes do Instituto Federal do Amazonas (Ifam), no CIDE.Estudantes do Instituto Federal do Amazonas (Ifam), no CIDE.

Empresário instalado no CIDE é notícia nacional

Marcos Agra fala para universitários no CIDE.
Marcos Agra fala para universitários no CIDE.

 

Sob o título “Empresário da Amazônia se prepara para conquistar mercado externo”, a agência Sebrae publicou, no último dia 15 de setembro, uma reportagem com o empreendedor do segmento de Temperos, Marcos Agra, instalado no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial.

O texto a seguir foi copiado integralmente do site do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

 

Poder unir duas paixões motivou o manauara Marcos Agra a criar a Temperos da Amazônia – Aromas e Sabores. Há dez anos, o então taxista, insatisfeito com a profissão, buscava uma ocupação que o realizasse. A ideia surgiu em um jantar para amigos, momento em que ele fazia o que mais gostava – cozinhar, usando temperos e peixes típicos da região Amazônica.

Da conversa informal e da percepção de que os produtos oferecidos no mercado eram de péssima apresentação, nasceu a microempresa, em 2012. O caminho foi trilhado desde 2008 com muito cuidado e suporte do Sebrae, afinal, Marcos não sabia por onde começar. Aprendeu a elaborar plano de negócios e fez dezenas de cursos, como Empretec, Liderança e Gestão da Inovação.

Também com apoio da instituição, obteve as certificações e orientações para uma produção segura, inclusive o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Neste ano, devemos obter o Selo Amazônico, do Governo do Estado, que comprova a procedência do produto”, revela.

O Sebrae também apresentou ao empresário o Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), incubadora na qual instalou a pequena fábrica, em um galpão de 130 metros quadrados. De lá saem, geralmente sob encomenda, 22 produtos sem corantes nem conservantes, cujas receitas foram criadas por ele. A pimenta-murupi é a vedete, presente em itens como geleia de manga, farinha e tucupi, todos apimentados, além da recém-lançada trufa de chocolate com geleia de cupuaçu.

“É uma pimenta pouco conhecida, muito saborosa e ardida, presente principalmente no Amazonas”, explica ele, que tem a ajuda da esposa Micaela, do filho Igor e de colaboradores eventuais para auxiliar na produção e atuar como vendedores em eventos. Aliás, é Mica, como a chama carinhosamente, que muitas vezes contém a empolgação do marido. “Eu gosto de criar, de produzir, ela é mais pé no chão”, conta o empresário.

Seguindo a linha – um passo de cada vez – que caracteriza a trajetória da Temperos da Amazônia, os produtos começam a ultrapassar as fronteiras do estado. Com sorte, é possível encontrá-los em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba (PR), onde passaram a ser comercializados neste ano em lojas especializadas e feiras.

O próximo passo é conquistar o exterior e, mais uma vez, o Sebrae tem auxiliado o empreendedor, assim como outras instituições de fomento às exportações. “Enviamos amostras para contatos na Itália, em Portugal, na cidade do Porto, e nos Estados Unidos. Espero que 2018 seja o nosso ano de começar a exportar”, torce.

 

SEBRAE 45 ANOS

A trajetória deste empresário e de milhões de outros empreendedores fazem parte da história do Sebrae, instituição criada em 1972 para fomentar e desenvolver os pequenos negócios no Brasil. Em 2017, o Sebrae comemora 45 anos de atuação em defesa dos micro e pequenos empreendedores, que somam hoje 98,5/% do total de empresas do Brasil e geram mais da metade dos empregos no país. Formalização, inovação, redução da burocracia, ampliação do acesso ao crédito e melhoria do ambiente legal fazem parte do compromisso do Sebrae com os pequenos negócios.

Marcos Agra (ao centro) participa de capacitações com outros empresários no CIDE.
Marcos Agra (ao centro) participa de capacitações com outros empresários no CIDE.

 

Ma2

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Empreendedores trabalham juntos para superar desafios

Empresarios assinam parceria.
Empresarios assinam parceria.

 

 

Proprietários de empresas, instaladas no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), buscando melhoramentos no processo de produção e superar as dificuldades juntos, decidiram fazer parcerias entre eles.

 

No mês de maio, os empreendedores, Domingos Amaral e Danniel Pinheiro, da Biozer da Amazônia, empresa de Cosméticos e Fitoterápicos, anunciaram uma parceria com o empresário Cabral, da Sohervas da Amazônia. “A ideia da parceria ficou mais aguçada devido ao momento atual da economia, mas tivemos outros fatores a favor, como a matéria-prima regional usada pela Sohervas em seus produtos e queremos utilizá-la também no setor de Cosméticos”, afirma Amaral.

 

A Sohervas da Amazônia produz licores com essências da Amazônia, como o licor de cupuaçu, açaí, camu-camu, produtos que interessam a Biozer. “A nossa contrapartida está no marketing da Sohervas, aumentar o seu volume de produção, conquistar novos mercados, bem como desenvolver produtos em parceria para a área da Gastronomia, como o ‘vinagre gourmet’ e sobremesas à base de licores de frutas da Amazônia’”, diz Amaral.

Parceria é comemorada com licor.
Parceria é comemorada com licor.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imprensa local fala com as empresas do CIDE sobre “cultura exportadora”

O diretor executivo, José Grosso, dá entrevista para o SBT Em Tempo
O diretor executivo, José Grosso, dá entrevista para o SBT Em Tempo

 

No mês de fevereiro, vários meios de comunicação se interessaram por falar sobre o tema da “cultura exportadora” nos pequenos e médios negócios.

 

Nesse contexto, o Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE) foi procurado por televisões e jornais locais para falar sobre esse assunto e mostrar as empresas que iniciaram a comercialização de seus produtos para outros lugares do Brasil e aspiram a ampliar esse comércio para outros países.

 

Para realizar a matéria jornalística sobre o assunto da “cultura exportadora”, os repórteres solicitaram ao CIDE uma entrevista com o diretor executivo da instituição, José Barbosa Grosso. “As empresas incubadas desfrutam de um ambiente privilegiado em relação aos novos negócios. E a ‘internacionalização’ de uma empresa incubada exige muita preparação, capacitação, pesquisa de mercado, apoio e participação em eventos nacionais e internacionais porque há normas nos lugares para os quais a empresa pretende enviar seus produtos, principalmente, quando se trata de outros países”, diz o diretor.

 

O diretor executivo enfatiza que há casos concretos de empresas, instaladas na incubadora, que passam por um processo de experiência de comercialização para grandes centros consumidores, como São Paulo, Brasília e outras capitais. “Uma forma de atingir esses objetivos é buscando parcerias com instituições financeiras, de pesquisa, de serviços, de fomento empresarial, com universidades, com instituições públicas. Trabalhar de forma isolada é perigoso porque os mercados são dinâmicos, se transformam com velocidade e contam com a ajuda de outros fatores”, diz José Grosso.

 

Ainda segundo o diretor executivo, empresas que estão instaladas em centros empresariais e tecnológicos são consideradas pequenas, com recursos limitados, mas pujantes, pensam grande, com ideias inovadoras e capazes de satisfazer as demandas de dentro e de fora de Manaus.

 

No CIDE, empresas como Amazon Doces, Temperos da Amazônia, Sabores de Tradição e a empresa de licores Sohervas, já experimentam a comercialização de seus produtos em prateleiras de outras capitais. “Vendemos pelo site, pelas redes sociais, pela loja virtual e pelo telefone. A venda na feira da Eduardo Ribeiro, representa 80% do nosso comércio para fora do Estado do Amazonas”, conta o empresário Marcos Agra.

FotoG9

 

O proprietário da Sohervas da Amazônia, José Cabral, fala para a televisão
O proprietário da Sohervas da Amazônia, José Cabral, fala para a televisão

 

FotoG10

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Empresariado do CIDE é convidado para feira regional do SEBRAE

Técnico do Sebrae, empresariado do CIDE e administração da incubadora discutem participação em evento.
Técnico do Sebrae, empresariado do CIDE e administração da incubadora discutem participação em evento.

 

 

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) esteve no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), em outubro, com o objetivo de fazer uma prospecção de empresas, instaladas na própria incubadora, para a possível participação no evento Empório de Natal, que reúne empreendedores que usam ingredientes regionais em seus produtos.

O evento acontece nos dias 30 de novembro, 1 e 2 de dezembro, na frente da sede do Sebrae, situada na Leonardo Malcher, Centro. “Fizemos uma visita, falamos com cada empresário e faremos uma seleção dos que querem participar do evento”, diz o analista técnico da Unidade de Agronegócios do Sebrae, Leocy Cutrim.

Antes de expor seus produtos regionais, cada empresário participará de cursos, como o curso de Atendimento ao Cliente e Boas Práticas de Manipulação de Alimentos. “A intenção é preparar, capacitar esses empreendedores para que eles estejam aptos a melhorar o seu próprio negócio”, finaliza Leocy.

 

Atender bem é um diferencial

 Qualidade, agilidade e cortesia são pré-requisitos para que isso aconteça. Tanto o empreendedor como a equipe de atendimento devem identificar o cliente e suas necessidades, assim como ter tranquilidade para lidar com queixas e reclamações e, principalmente, habilidade para solucionar os problemas.

Para preservar a imagem positiva do estabelecimento, a comunicação entre a equipe de atendimento e a clientela precisa ser efetiva e clara. Da mesma forma, apresente prontidão, disposição, esforço, cordialidade e superação cada vez que o seu cliente estiver na loja.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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