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SEMEF procura no CIDE possíveis parcerias

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Com o objetivo de fazer parcerias na área de Tecnologia e Sistemas Informatizados, o subsecretário de Tecnologia da Informação da Secretaria Municipal de Finanças (SEMEF), Eudo Assis, esteve no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE) para conhecer os trabalhos das empresas de base tecnológica que estão instaladas na incubadora.

Acompanhado do diretor executivo da instituição, José Cunha Barbosa Grosso, o subsecretário conversou com os empresários incubados. “Fizemos um levantamento na Semef e concluímos que para dar mais modernidade e segurança nos serviços da secretaria, precisamos de mais sistemas informatizados. Fizemos também, uma pesquisa que mostrou que há no mercado local, empresas capazes de atender essa demanda. Por isso, decidimos fazer uma visita ao Cide”, diz Eudo Assis.

Para o diretor executivo do CIDE, as empresas de tecnologia incubadas no Cide possuem profissionais e produtos capazes de desenvolver sistemas de informática para auxiliar as secretarias. “Ficamos felizes com a visita do sub-secretário e esperamos que a Semef encontre nas empresas incubadas de tecnologia o sistema de informática que eles estão buscando”, conclui José Barbosa Grosso.

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Etiquetas “inteligentes” podem evitar extravio de mercadorias

labelnoticiaAs etiquetas de RFID (Radio Frequency Identification), conhecidas como “etiquetas inteligentes” capazes de rastrear produtos e patrimônios são produzidas pela Label Evolution Technology System (LETS), empresa desenvolvedora de soluções inteligentes e associada ao Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), desde 2009.

As etiquetas de RFID podem armazenar grande quantidade de informação, gravando detalhes do produto, como lote, peso, entre outros, e evitando desvios de mercadorias e objetos dentro de uma empresa ou instituição. “A Label realiza todo o processo da etiqueta, passando pela visita ao cliente para conhecer suas necessidades, elaborando e confeccionando a etiqueta e o software mais adequado, e realizando todos os testes antes da aplicação”, diz o diretor técnico da empresa, Daniel Leão.

Outra vantagem que oferece a etiqueta é a redução de processos manuais como captura de dados, reduzindo o erro humano e permitindo que os funcionários se dediquem a atividades de maior valor agregado. “Com as etiquetas de RFID, os processos se tornam mais eficientes e confiáveis, economizando tempo em cada etapa do trabalho, e elas podem ser aplicadas, por exemplo, na área da educação e da saúde, entre outras”, diz Leão.

COMO FUNCIONA

A etiqueta inteligente RFID é um sistema composto basicamente por um chip (circuito eletrônico integrado) e antenas. As informações sobre o item identificado ficam armazenadas no chip RFID, que transmite seu ID e seus dados. “Por exemplo, em um hospital de coleta de sangue, com esse sistema, um funcionário pode fazer a leitura de 60 bolsas de sangue ao mesmo tempo, sem tocar em nenhuma bolsa, obtendo informações do nome de cada doador, do tipo de sangue, a hora em que o sangue foi armazenado, a idade do doador, etc.”, explica Leão. Isso é possível porque a leitora, também fornecida pela LETS, captura os dados e os envia a um sistema central para que sejam gravados e colocados à disposição.

Com a “etiqueta inteligente” produtos e mercadorias podem ser melhor controlados nos estoques. “Uma vez que o produto recebeu a etiqueta, passou pelo processo de leitura e, portanto, suas informações foram transmitidas ao sistema central, você garante eficiência e segurança porque, em caso de extravio dessa mercadoria, você vai conseguir rastreá-la, prevenindo roubos e diferenças no estoque”, conta o diretor técnico.

Os produtos RFID são resistentes a poeira, sujeira, altas temperaturas, vibrações e a outras condições mais severas.

Segundo Daniel Leão, a LETS é pioneira nesse segmento de “etiquetas inteligentes” na Região e domina a tecnologia. “As soluções de segurança, qualidade de economia do sistema RFID garantem ganhos para a sua empresa”, conclui.

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Conhecimento português com ingredientes amazônicos

DSC04416Depois de conhecer uma amazonense com a qual se casou, o português, Jorge Carlos Neves, desembarcou em Manaus em dezembro de 2008, com o objetivo de dar aulas e treinamentos em confeitaria e panificação, atividades que ele exercia em Portugal.

Apesar de possuir um currículo impressionante, o professor não conseguiu que as portas dos cursinhos se abrissem para ele na cidade. “Simplesmente, me davam os parabéns e não acontecia nada”, lembra ele.

Mas, após quatro de meses de tentativas e procuras, Jorge Carlos recebeu um telefonema do SENAC de São Paulo, convidando-o para dar cursos naquela instituição. “De São Paulo, eu fui para as unidades do Rio de Janeiro, Alagoas, Goiânia, Belo Horizonte e Porto Alegre para dar aulas de confeitaria”, destaca, dizendo também, que sempre voltava a Manaus, onde morava com sua esposa.

Depois de tantas viagens e aulas, o lusitano decidiu dedicar-se à confeitaria portuguesa, fazendo doces e vendendo-os na feira da Eduardo Ribeiro, mas com uma inovação. “Além de vender os doces portugueses, eu percebi que havia uma demanda no segmento da confeitaria e panificação por produtos tipicamente amazônicos, feitos com matéria prima da Região. Isso era um pedido dos turistas que compravam com a gente”, diz.

Jorge conta que os produtos portugueses, feitos por ele, agradaram muito aos fregueses e, em poucos meses, ele começou a receber encomendas de restaurantes e festas, e, paralelamente, frequentava os cursos do Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (SEBRAE-AM). “Então, surgiu uma oportunidade na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM) para submeter meu projeto sobre confeitaria amazônica e a ideia começou a dar certo e a crescer”, conta.

O Bolo Amazônico

Em 2012, o empreendedor Jorge Carlos, procura o Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE) para instalar a Sabores de Tradição e colocar em prática a criação do “bolo amazônico”, uma proposta que já começou a dar os primeiros frutos em uma importante feira de alimentos de São Paulo e que pode ser degustado na Cafeteria do Largo, estabelecimento aberto também pelo professor de culinária portuguesa.

Com a incubação da empresa no CIDE, o empreendedor português ganhou mais espaço, teve contatos com outros empreendedores e ampliou a lista de clientes. “O futuro está na confeitaria amazônica. Esse é o grande projeto da minha empresa e que foi pensado para todo o mercado brasileiro”, destaca Jorge Carlos, lembrando que continuará atendendo o mercado de Manaus com a confeitaria portuguesa também.

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Um suíço com alma brasileira

suicoEm 1969, o especialista em tampografia, processo de impressão para peça a ser decorada, FrançoisHenri Pury, chegou ao Brasil, depois de ser contratado por um brasileiro, na Suíça.

Após trabalhar vários anos em São Paulo e em Pernambuco, no segmento de relógios, ele recebeu a proposta de vir para o Norte do Brasil. “Em 1980, eu recebi uma proposta da mesma pessoa que tinha me contratado no meu país para trabalhar em Manaus. Então, eu fui trabalhar na empresa Hora do Amazonas e, depois, em várias outras empresas de relógios do Polo Industrial de Manaus (PIM)”, conta ele.

Hoje, François é proprietário da Tampoart Clichê, empresa especializada na arte da impressão de mostradores de relógios, instalada no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), onde atende diversas empresas do PIM pelos telefones 3237-4610 e 9112-1266. “Já fizemos trabalhos para marcas de televisão e entretenimento e equipes de futebol”, finaliza.

Autores sobre Tampografia dizem que a origem e o desenvolvimento dessa arte deve-se à indústria suíça de relógios.