Preparação para depois da incubação

O coach, Geraldo Magela, e os empresários durante a penúltima formação de 2017.

Aproximadamente dez empresas instaladas no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE) realizaram uma capacitação de “pós-período de incubação”, pensada para enfrentar os desafios fora da incubadora. A formação aconteceu no próprio centro, com o apoio do Departamento de Assistência à Média e Pequena Indústria (DAMPI), da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM).

Segundo o economista e coach, Geraldo Magela, os empresários instalados devem ter uma formação constante e não podem deixar para depois os desafios “pós-incubadora”. “Há casos em que os empreendedores trazem a família para o seu próprio negócio. Isso não é problema. Mas, o que não pode acontecer é que a empresa se torne um ‘cabide de emprego’ para parentes sem o perfil desejado que ajude o negócio a crescer. Família é família e negócio é negócio”, diz Magela, acrescentando que o empreendedor deve profissionalizar os seus colaboradores.

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Feiras ajudam a fidelizar novos consumidores

Estande das empresas instaladas no CIDE.
Stand das empresas instaladas no CIDE.

As feiras locais, como a Portões Abertos, realizada na Base Aérea de Manaus, o Empório Sebrae de Negócios, a feira montada no Parque Estadual Sumaúma, na Zona Leste, e a Mundial Art, contribuem muito à divulgação e ao aumento das vendas de produtos de empresas instaladas no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), dizem os empresários participantes.

Os segmentos que mais participam em eventos em formato de feiras foram os da Panificação, Temperos, Cosméticos e Doces. “Os convites para participar em feiras é uma ótima oportunidade para divulgar nossos produtos e a nossa marca, vender e fidelizar novos clientes”, diz a sócia proprietária da Cheiro D´Folha, Wanessa Santana.

Ainda segundo a empresária, para as empresas de Cosméticos e Beleza que vão aos eventos existe uma demanda a mais que prolonga a relação fora do ambiente da feira. “Há um público que se aproxima ao nosso estande disposto a ser revendedores da nossa linha de cosméticos. Isso é uma grande vantagem para a gente. Então nós realizamos um cadastro para que essas pessoas se tornem um representante nosso”, conta a empreendedora, acrescentando que os clientes ainda curtem a página social da empresa e compartilham com outros possíveis compradores. Continue lendo “Feiras ajudam a fidelizar novos consumidores”

Capacitação sobre gestão no CIDE

No auditório do CIDE, empreendedores ouvem palestra.
No auditório do CIDE, empreendedores ouvem palestra.

Um total de sete empresas, instaladas no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), participaram de uma manhã de capacitação sobre o tema “Gestão e Negócios”, realizado no auditório do próprio centro, com o objetivo de implantar melhorias na sua administração.

Segundo a palestrante Heder Nilce, a formação pode viabilizar futuros negócios. “A finalidade da palestra é conhecer processos por meio dos quais o empresário identifique novas tendências de mercado, como o Agronegócio, a divulgação da sua marca em mídias sociais e melhorar a logística da empresa”, diz Nilce.

Empreendedores de diversos segmentos compareceram no evento.
Empreendedores de diversos segmentos compareceram no evento.

Imprensa local fala com as empresas do CIDE sobre “cultura exportadora”

O diretor executivo, José Grosso, dá entrevista para o SBT Em Tempo
O diretor executivo, José Grosso, dá entrevista para o SBT Em Tempo

 

No mês de fevereiro, vários meios de comunicação se interessaram por falar sobre o tema da “cultura exportadora” nos pequenos e médios negócios.

 

Nesse contexto, o Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE) foi procurado por televisões e jornais locais para falar sobre esse assunto e mostrar as empresas que iniciaram a comercialização de seus produtos para outros lugares do Brasil e aspiram a ampliar esse comércio para outros países.

 

Para realizar a matéria jornalística sobre o assunto da “cultura exportadora”, os repórteres solicitaram ao CIDE uma entrevista com o diretor executivo da instituição, José Barbosa Grosso. “As empresas incubadas desfrutam de um ambiente privilegiado em relação aos novos negócios. E a ‘internacionalização’ de uma empresa incubada exige muita preparação, capacitação, pesquisa de mercado, apoio e participação em eventos nacionais e internacionais porque há normas nos lugares para os quais a empresa pretende enviar seus produtos, principalmente, quando se trata de outros países”, diz o diretor.

 

O diretor executivo enfatiza que há casos concretos de empresas, instaladas na incubadora, que passam por um processo de experiência de comercialização para grandes centros consumidores, como São Paulo, Brasília e outras capitais. “Uma forma de atingir esses objetivos é buscando parcerias com instituições financeiras, de pesquisa, de serviços, de fomento empresarial, com universidades, com instituições públicas. Trabalhar de forma isolada é perigoso porque os mercados são dinâmicos, se transformam com velocidade e contam com a ajuda de outros fatores”, diz José Grosso.

 

Ainda segundo o diretor executivo, empresas que estão instaladas em centros empresariais e tecnológicos são consideradas pequenas, com recursos limitados, mas pujantes, pensam grande, com ideias inovadoras e capazes de satisfazer as demandas de dentro e de fora de Manaus.

 

No CIDE, empresas como Amazon Doces, Temperos da Amazônia, Sabores de Tradição e a empresa de licores Sohervas, já experimentam a comercialização de seus produtos em prateleiras de outras capitais. “Vendemos pelo site, pelas redes sociais, pela loja virtual e pelo telefone. A venda na feira da Eduardo Ribeiro, representa 80% do nosso comércio para fora do Estado do Amazonas”, conta o empresário Marcos Agra.

FotoG9

 

O proprietário da Sohervas da Amazônia, José Cabral, fala para a televisão
O proprietário da Sohervas da Amazônia, José Cabral, fala para a televisão

 

FotoG10

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Olimpíadas 2016: Empresas podem ter espaço internacional na Arena da Amazônia

Empresários participam de reunião do projeto "Chama Empreendedora".
Empresários participam de reunião do projeto “Chama Empreendedora”.

 

 

Empresas do segmento de Alimentos feitos com produtos da Amazônia e instaladas no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE) podem participar do projeto “Chama Empreendedora” e expor seus produtos durante as Olimpíadas 2016, na Arena da Amazônia.

 

Segundo a coordenadora local do Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE), Sandra Almeida, o projeto é uma oportunidade de fazer negócios durante as Olimpíadas 2016. “Esse projeto nasceu na Associação Comercial do Rio de Janeiro e estendeu-se por todas as cidades pelas quais vai passar a tocha olímpica”, diz.

 

Ainda conforme Almeida, a preparação e a participação dos empresários no projeto “Chama empreendedora” vai até as olimpíadas de 2020. “É um processo que começa agora com as empresas que estão prontas para exportar, juntamente com os parceiros institucionais”, conta, acrescentando que o nome “Amazônia” tem um poder de marketing muito forte.

 

Para o diretor executivo do CIDE, José Barbosa Grosso, as empresas da incubadora têm produtos capazes de competir com os de outros países. “Essas empresas são capazes de ocupar um espaço nacional e internacional porque fazem ótimos produtos com ingredientes da Amazônia”, finaliza.

 

 

Empreendedores, instalados no CIDE, do segmento de Alimento e Confeitaria, foram convidados à reunião.
Empreendedores, instalados no CIDE, do segmento de Alimento e Confeitaria, foram convidados à reunião.

 

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