Investimentos para empreendedores do CIDE

O representante da INSEED Investimentos, Euler Guimarães fala para empreendedores e convidados.
O representante da INSEED Investimentos, Euler Guimarães fala para empreendedores e convidados.

 

 

A Inseed Investimentos por meio do seu representante para a Região Norte, Euler Guimarães, apresentou, na tarde dessa terça-feira, 5, no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), novas possibilidades de financiamentos em produtos considerados inovadores.

 

O evento contou com as presenças de empreendedores e do diretor executivo da incubadora. “O investimento para cada empreendedor vai ser avaliado individualmente de acordo com o produto de cada empresa. O que buscamos é que sejam negócios que possam ser acelerados e possam crescer, e dentro e fora do CIDE há muitas empresas que atendem esse perfil e podem receber esse investimento”, diz Guimarães.

 

Para o diretor executivo José Barbosa Grosso, a proposta do agente da Inseed Investimentos significou um incentivo aos empresários instalados na incubadora. “A reunião superou as expectativas. Alguns empresários não possuem recursos suficientes para levar adiante sua ideia de forma rápida. Então a ajuda de um investidor é importante para acelerar o processo de desenvolvimento de um produto, por exemplo”, finaliza.

 

Inseed Investimentos

Somos uma gestora de recursos focada em inovação. Acreditamos no empreendedorismo e inovação como alavancas de geração de riqueza para a sociedade.

 

A partir de vivência empreendedora própria, descobrimos oportunidades inovadoras, com alto potencial de crescimento e atuamos junto às equipes das investidas. Investimos nestes negócios nascentes de base tecnológica e multiplicamos valor para empreendedores, investidores e sociedade.

O diretor executivo do CIDE, José Grosso (à dir.), acompanha a apresentação.
O diretor executivo do CIDE, José Grosso (à dir.), acompanha a apresentação.

 

 

Empreendedores instalados no CIDE conhecem a proposta.
Empreendedores instalados no CIDE conhecem a proposta.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CIDE no Conselho Consultivo do Inpa

Representantes de vários incubadoras formam o Conselho Consultivo da incubadora do Inpa.
Representantes de vários incubadoras formam o Conselho Consultivo da incubadora do Inpa.

 

A convite da Incubadora de empresas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), o diretor executivo do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), José Barbosa Grosso, participou do Conselho Consultivo daquela incubadora, para expressar um parecer técnico sobre a permanência de empresas incubadas.

 

De acordo com a Coordenadora de extensão tecnológica e inovação e presidente da comissão técnica da incubadora, Noélia Lúcia Simões Falcão, o CIDE faz parte do Conselho Consultivo. “Sempre que seja necessário, convocaremos os membros do conselho para dar o seu parecer”, conclui.

 

A reunião contou com a participação de representantes da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), do Instituto Federal do Amazonas (Ifam), da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e técnicos do Inpa.

Conselho reunido.
Conselho reunido.

 

 

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16º Aniversário do CIDE: Revista recorda a data

Entrada principal do CIDE.
Entrada principal do CIDE.

 

A revista Amazônia, na sua edição de maio, traz uma reportagem sobre os 16 anos de existência do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), comemorados no dia 19 de maio, destacando um resumo da história da incubadora, desde a sua idealização até os dias atuais.

 

Para o diretor executivo, José Barbosa Grosso, a incubadora presta um serviço à sociedade. “As incubadoras de empresas apoiam a formação de grupos iniciais y propiciam o intercâmbio de experiências em torno aos avanços em diferentes e diversos segmentos”, diz.

 

Duas páginas fazem um resumo do CIDE, na revista Amazônia.
Duas páginas fazem um resumo do CIDE, na revista Amazônia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O termo “incubadora”, um resumo

Equipe de televisão visita incubadora para conversar com empreendedores de sucesso.
Equipe de televisão visita incubadora para conversar com empreendedores de sucesso.

 

 

 

O modelo precursor do processo de incubação de empresas, como conhecemos hoje, surgiu em 1959 no estado de Nova Iorque (EUA), quando uma das fábricas da Massey Ferguson fechou, deixando um significativo número de residentes novaiorquinos desempregados. Joseph Mancuso, comprador das instalações da fábrica, resolveu sublocar o espaço para pequenas empresas iniciantes, que compartilhavam equipamentos e serviços.

Além da infra-estrutura física das instalações, Mancuso adicionou ao modelo um conjunto de serviços que poderiam ser compartilhados pelas empresas ali instaladas, como secretaria, contabilidade, vendas, marketing e outros, o que reduzia os custos operacionais das empresas e aumentava a competitividade. Uma das primeiras empresas instaladas na área foi um aviário, o que conferiu ao prédio a designação de “incubadora”.

Vale do Silício

Nos anos 70, já na conhecida região do Vale do Silício, nos Estados Unidos, as incubadoras apareceram como meio de incentivar universitários recém-graduados a disseminar suas inovações

Entrevista: O homem empreendedor

Moysés Israel trabalha desde os 11 anos de idade.
Moysés Israel trabalha desde os 11 anos de idade.

 

 

 

Tivemos a oportunidade de entrevistar o amazonense e idealizador do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), Moyses Benarros Israel, que começou a trabalhar aos 11 anos de idade. Foi limpador de escritório, entregador de bombons, sonhou em ser químico industrial, foi Vice-Presidente do Banco do Estado e é o atual Vice-Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM).

Como surgiu a ideia da criação do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial?

Em uma ocasião, tomando café com meu amigo Raimar Aguiar comentei o assunto de dar oportunidades aos pequenos empresários que têm ideias, mas pouco capital para colocá-las em prática. E falei também que precisávamos de um local adequado, no qual esses empreendedores pudessem desenvolver seus projetos e, depois, caminhar sozinhos.

Então, ele me disse que o espaço físico nós tínhamos, que era um local que foi usado pelo Projeto Rondón*, com o apoio da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), localizado em uma área próximo ao Distrito Industrial, onde funciona o CIDE hoje. Começamos a rabiscar o projeto do qual deveríamos ir conversar com a Suframa.

Uma vez que tivemos o apoio da superintendência, começamos a colocar em prática a ideia. Pensávamos grande, lá na frente. A incubadora de empresas deveria ter um espaço para as empresas de tecnologia e de software. E, o que um dia serviu de espaço de dormitório para estudantes, iria se transformar em um espaço cibernético. Iniciamos também, a construção de pavilhões maiores para acolher empresas de outros segmentos. E, com a ajuda da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), instalamos um laboratório de química na incubadora, o qual era usado por professores e estudantes universitários que realizavam análises químicas para colégios e empresas locais. Foi a primeira atividade realizada na incubadora.

Foi eleito como diretor executivo, o senhor Fernando Loureiro, que deu continuidade ao projeto.

Para atrair interessados, fizemos anúncios nos jornais e criamos um modelo de trabalho que deveria ser respeitado pelos empresários que queriam se instalar na incubadora. Então, começaram a surgir segmentos de biojoias, perfumes e outros.

O senhor sonhou alguma vez com a criação de uma incubadora? (risos)

Eu não inventei nada porque incubadoras de empresas já existiam em outros lugares. O que eu fiz foi aplicar conhecimentos adquiridos em minhas viagens ao Chile, a centros acadêmicos, em leituras pessoais sobre esse assunto e oferecer oportunidades à demanda local. Percebemos que era um projeto possível de desenvolver-se em Manaus.

Além disso, minha vida esteve sempre ligada ao ambiente acadêmico e ao empreendedorismo. Eu era membro do conselho da UFAM e viajava a trabalho para assinar convênios e intercâmbios. Como diretor do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-Amazonas), tínhamos um projeto de visitas de estudantes às empresas do Polo Industrial de Manaus, onde eles presenciavam desde a chegada do funcionário à fábrica até o processo de desenvolvimento dos produtos, como relógios e televisores. Inclusive, os estudantes almoçavam com os profissionais. A ideia era desenvolver no aluno o interesse pelo processo de produção. Aquele aluno visitante e, às vezes, estagiário seria o futuro empreendedor, o dono de uma fábrica.

 

O senhor respira empreendedorismo?

Sim. Eu comecei a trabalhar muito cedo, aos 11 anos de idade. Meu pai tinha um comércio e era representante de empresas. Após a morte dele, minha mãe alugou o negócio e fui trabalhar com os meus tios. A essa idade eu tinha de tirar a poeira do escritório, limpar o banheiro e abrir a porta para os funcionários. E, entregava protocolos. Paralelamente a essas atividades, eu estudava e fazia o curso de datilografia que, naquela época, era importantíssimo.

 

Hoje, o CIDE não é a única incubadora de empresas na cidade. O senhor acha que a sua ideia foi multiplicada?

As instituições de educação e pesquisa reconhecem a importância de ter incubadoras de empresas. É importante fomentar e desenvolver novas ideias, e contribuir com o desenvolvimento da sociedade. Queremos agora, ajudar a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) a iniciar a interiorização das incubadoras.

* Criado em 11 de julho de 1967, o Projeto Rondon promovia atividades de extensão universitária levando estudantes voluntários às comunidades carentes e isoladas do interior do país, onde participavam de atividades de caráter notadamente assistencial, organizadas pelo governo.

Entrada da instituição criada por Moyses Israel, o Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE).
Entrada da instituição criada por Moyses Israel, o Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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