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Farmacêutica tem sua própria linha de produtos

A farmacêutica, Larhicy de Souza (à dir.), trabalha em equipe.

 

Ela nasceu no Maranhão, estudou Farmácia em São Paulo, trabalhou em Manaus e hoje é uma das novas empreendedoras, instaladas no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), onde possui a empresa de cosméticos Amhy, realizando um sonho de estudante que era ter seu próprio negócio e gerar emprego.

“Quando eu cheguei a Manaus, eu trabalhei em duas grandes empresas de produtos farmacêuticos, mas eu sempre tinha aquela inquietude de produzir meus próprios cosméticos. Eu ganhava bem, mas sentia que faltava alguma coisa. Eu queria ter o prazer de ter a minha própria linha de produtos”, relata a proprietária da Amhy, Larhicy de Souza.

Ainda segundo Larhicy, o pai dela era um exemplo que ela queria seguir, já que ele também é um empreendedor. “Eu gosto de arriscar, de inovar, de tentar algo diferente. E, durante umas férias, eu decidi produzir meus primeiros produtos em casa para testar. Minha mãe desocupou um quarto de hóspede e eu comecei”, conta a empresária.

O primeiros passos deram tão certo que ela começou a divulgar os primeiros resultados. “Meus pais foram os primeiros a provar os produtos. Depois, eu divulguei para minhas colegas de trabalho e o negócio foi florescendo e eu comecei a fabricar produtos com essências da Amazônia”, diz Larhicy.

A farmacêutica acreditava tanto no seu potencial empreendedor que decidiu abandonar o emprego e buscou incubadoras de empresas. No começo, ela se instalou em uma incubadora universitária, mas o espaço foi ficando pequeno para o seu enorme sonho. “Eu não queria fabricar de maneira artesanal, eu queria que meus produtos tivessem certificações importantes e produzir em grande escala. Então eu procurei o apoio do CIDE, onde a estrutura é ampla e posso conseguir novas certificações, e realizar novos contatos”, diz a proprietária, lembrando que o começo não foi fácil.

A empresa de cosméticos de Larhicy começou bem no CIDE, nas primeiras semanas de instalação, ela teve a oportunidade de expor seus produtos para uma comitiva da Bélgica que visitou a incubadora para realizar novas parcerias. “Há momentos em que você tem vontade de desistir, mas você tem que persistir e não ter medo de errar”, finaliza ela.

Hoje, a Amhy possui 16 linhas de produtos, formadas por hidratantes, sabonetes, cremes para mãos e facial, difusores de ambientes e tantos outros.

 

Larhicy conta com duas colaboradoras.

 

A farmacêutica conversa com o embaixador belga em visita ao CIDE.

 

Larhicy procurou o apoio do CIDE.

Empresário instalado no CIDE é notícia nacional

Marcos Agra fala para universitários no CIDE.

Marcos Agra fala para universitários no CIDE.

 

Sob o título “Empresário da Amazônia se prepara para conquistar mercado externo”, a agência Sebrae publicou, no último dia 15 de setembro, uma reportagem com o empreendedor do segmento de Temperos, Marcos Agra, instalado no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial.

O texto a seguir foi copiado integralmente do site do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

 

Poder unir duas paixões motivou o manauara Marcos Agra a criar a Temperos da Amazônia – Aromas e Sabores. Há dez anos, o então taxista, insatisfeito com a profissão, buscava uma ocupação que o realizasse. A ideia surgiu em um jantar para amigos, momento em que ele fazia o que mais gostava – cozinhar, usando temperos e peixes típicos da região Amazônica.

Da conversa informal e da percepção de que os produtos oferecidos no mercado eram de péssima apresentação, nasceu a microempresa, em 2012. O caminho foi trilhado desde 2008 com muito cuidado e suporte do Sebrae, afinal, Marcos não sabia por onde começar. Aprendeu a elaborar plano de negócios e fez dezenas de cursos, como Empretec, Liderança e Gestão da Inovação.

Também com apoio da instituição, obteve as certificações e orientações para uma produção segura, inclusive o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Neste ano, devemos obter o Selo Amazônico, do Governo do Estado, que comprova a procedência do produto”, revela.

O Sebrae também apresentou ao empresário o Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), incubadora na qual instalou a pequena fábrica, em um galpão de 130 metros quadrados. De lá saem, geralmente sob encomenda, 22 produtos sem corantes nem conservantes, cujas receitas foram criadas por ele. A pimenta-murupi é a vedete, presente em itens como geleia de manga, farinha e tucupi, todos apimentados, além da recém-lançada trufa de chocolate com geleia de cupuaçu.

“É uma pimenta pouco conhecida, muito saborosa e ardida, presente principalmente no Amazonas”, explica ele, que tem a ajuda da esposa Micaela, do filho Igor e de colaboradores eventuais para auxiliar na produção e atuar como vendedores em eventos. Aliás, é Mica, como a chama carinhosamente, que muitas vezes contém a empolgação do marido. “Eu gosto de criar, de produzir, ela é mais pé no chão”, conta o empresário.

Seguindo a linha – um passo de cada vez – que caracteriza a trajetória da Temperos da Amazônia, os produtos começam a ultrapassar as fronteiras do estado. Com sorte, é possível encontrá-los em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba (PR), onde passaram a ser comercializados neste ano em lojas especializadas e feiras.

O próximo passo é conquistar o exterior e, mais uma vez, o Sebrae tem auxiliado o empreendedor, assim como outras instituições de fomento às exportações. “Enviamos amostras para contatos na Itália, em Portugal, na cidade do Porto, e nos Estados Unidos. Espero que 2018 seja o nosso ano de começar a exportar”, torce.

 

SEBRAE 45 ANOS

A trajetória deste empresário e de milhões de outros empreendedores fazem parte da história do Sebrae, instituição criada em 1972 para fomentar e desenvolver os pequenos negócios no Brasil. Em 2017, o Sebrae comemora 45 anos de atuação em defesa dos micro e pequenos empreendedores, que somam hoje 98,5/% do total de empresas do Brasil e geram mais da metade dos empregos no país. Formalização, inovação, redução da burocracia, ampliação do acesso ao crédito e melhoria do ambiente legal fazem parte do compromisso do Sebrae com os pequenos negócios.

Marcos Agra (ao centro) participa de capacitações com outros empresários no CIDE.

Marcos Agra (ao centro) participa de capacitações com outros empresários no CIDE.

 

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Empresários aprendem a definir a identidade

Empreendedores realizam atividades em grupo.

Empreendedores realizam atividades em grupo.

 

O empresariado do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE) retomou, nesta manhã de segunda-feira, 28, a formação pessoal e a dos colaboradores das empresas com o curso Planejamento Estratégico, ministrado pelo economista Geraldo Magela, na sala de capacitação da própria incubadora de empresas. O objetivo do encontro é corrigir os principais erros nas gestões consideradas “familiares” e o término está previsto para o dia 31 deste mês.

Segundo o consultor Magela, essa etapa do curso tem a finalidade de definir a identidade organizacional das empresas. “Vamos consolidar os valores das empresas, a sua missão, a sua visão de futuro. A proposta é analisar e dar significado a tudo isso”, resume, acrescentando que os participantes vão traçar um plano para alcançar o que eles realmente desejam.

Para os próximos meses, o CIDE vai proporcionar aos empreendedores instalados mais formação em parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM), com o objetivo de superar as dificuldades pelas quais passam a maioria das pequenas e médias empresas.

Empresários de doze empresas participam do curso.

Empresários de doze empresas participam do curso.

 

O coach Geraldo Magela fala para os empresários.

O coach Geraldo Magela fala para os empresários.

 

Dinâmicas em grupo faz parte da capacitação.

Dinâmicas em grupo faz parte da capacitação.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Novos dispositivos contra incêndios são instalados no CIDE

O diretor executivo do CIDE (à dir.), José B. Grosso, comprova a instalação dos novos dispositivos

O diretor executivo do CIDE (à dir.), José B. Grosso, comprova a instalação dos novos dispositivos

 

 

O diretor executivo do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial, José Barbosa Grosso, começou as atividades de 2017, fazendo uma revisão nos locais onde foram instalados mecanismos do sistema contra incêndios, dentro da própria incubadora, acompanhado de um técnico da manutenção da instituição.

 

A ida aos distintos locais serviu como comprovação de que os novos dispositivos, como extintores e hidrantes, estão devidamente instalados. “Não se trata de uma visita técnica porque essa é a função dos bombeiros. Mas é importante ver in loco que os dispositivos contra incêndios estão em pontos estratégicos, como havíamos solicitado. Agora, esperamos a visita técnica dos bombeiros. A segurança de todos é importante”, ressalta.

 

A aquisição de materiais contra incêndios faz parte de um programa de prevenção contra acidentes que possam ocorrer dentro das instalações da incubadora. “O ser humano exige segurança em seu local de moradia e de trabalho. No ano passado formamos, com a ajuda do Corpo de Bombeiros do Amazonas, uma turma de brigadistas que aprendeu, além de manusear os equipamentos, as técnicas de primeiros socorros para garantir a segurança dentro da incubadora”, lembra.

 

A segurança contra incêndios

Os objetivos fundamentais da segurança contra incêndio são: minimizar o risco à vida e reduzir a perda patrimonial.

A principal causa de óbitos em incêndio é a exposição à fumaça tóxica ou asfixiante que ocorre nos primeiros momentos do sinistro. Assim, a segurança à vida depende, prioritariamente, da rápida desocupação do ambiente em chamas. Edifícios de grande porte exigem maior segurança e verificação das estruturas em incêndio.

Novos extintores foram instalados em lugares estratégicos

Novos extintores foram instalados em lugares estratégicos

 

 

Um quadro inteligente, com indicadores de incêndios foi instalado e é monitorado pela segurança

Um quadro inteligente, com indicadores de incêndios foi instalado e é monitorado pela segurança

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A despedida do visionário

O idealizador do CIDE, em sua sala, na Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM).

O idealizador do CIDE, em sua sala, na Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM).

 

 

Faleceu na noite desta quinta-feira, 7, em Manaus, aos 92 anos de idade, o empresário Moyses Benarros Israel, um dos fundadores da Federação das Indústrias do estado do Amazonas (FIEAM), idealizador do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), membro do conselho estadual de notáveis e pessoa de destaque na vida econômica do Estado do Amazonas. O sepultamento estava marcado para às 10h, hoje, no Cemitério Israelita, na Zona Centro-Sul de Manaus.

 

O idealizador do CIDE, nasceu em Manaus, em 10 de fevereiro de 1924, era filho do casal Salomon e Carlota Israel, era um visionário que colocava suas ideias em prática. “Eu não inventei nada porque incubadoras de empresas já existiam em outros lugares. O que eu fiz foi aplicar conhecimentos adquiridos em minhas viagens ao Chile, a centros acadêmicos, em leituras pessoais sobre esse assunto e oferecer oportunidades à demanda local”, disse Israel em uma entrevista para o informativo da incubadora, em setembro do ano passado.

 

Moyses Israel contou que respirava empreendedorismo e sonhou em ser Químico Industrial e era o atual Vice-Presidente da FIEAM. “Eu comecei a trabalhar muito cedo, aos 11 anos de idade. Meu pai tinha um comércio e era representante de empresas. Após a morte dele, minha mãe alugou o negócio e fui trabalhar com os meus tios. A essa idade eu tinha de tirar a poeira do escritório, limpar o banheiro e abrir a porta para os funcionários. E, entregava protocolos. Paralelamente a essas atividades, eu estudava e fazia o curso de datilografia que, naquela época, era importantíssimo”, disse na entrevista.

 

HOMENAGEM

Em 2014, aos 90 anos, foi homenageado com uma biografia, com o livro “Moyses Israel”, da jornalista e historiadora Etelvina Garcia, que relata a trajetória da família e de suas atividades no segmento de exportação de castanha, borracha, juta, petróleo, madeira, entre outros produtos regionais que seguiam, principalmente para o mercado consumidor europeu.

Além da Indústria, o empresário também deu sua contribuição ao setor comercial do Estado, como diretor da Associação Comercial do Amazonas (ACA), por várias vezes.

DEFENSOR DO ENSINO

Como defensor do ensino superior no Estado, na década de 1990, fez a doação de área para a antiga Universidade do Amazonas (UA), atual Universidade Federal do Amazonas (UFAM), onde há incubadora de empresas. “As instituições de educação e pesquisa reconhecem a importância de ter incubadoras de empresas. É importante fomentar e desenvolver novas ideias, e contribuir com o desenvolvimento da sociedade”, disse ele.

Moyses Israel.

Moyses Israel.

 

 

Ao longo da sua trajetória, Moyses Israel foi homenageado diversas vezes.

Ao longo da sua trajetória, Moyses Israel foi homenageado diversas vezes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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