Empresariado do CIDE é convidado para feira regional do SEBRAE

Técnico do Sebrae, empresariado do CIDE e administração da incubadora discutem participação em evento.
Técnico do Sebrae, empresariado do CIDE e administração da incubadora discutem participação em evento.

 

 

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) esteve no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), em outubro, com o objetivo de fazer uma prospecção de empresas, instaladas na própria incubadora, para a possível participação no evento Empório de Natal, que reúne empreendedores que usam ingredientes regionais em seus produtos.

O evento acontece nos dias 30 de novembro, 1 e 2 de dezembro, na frente da sede do Sebrae, situada na Leonardo Malcher, Centro. “Fizemos uma visita, falamos com cada empresário e faremos uma seleção dos que querem participar do evento”, diz o analista técnico da Unidade de Agronegócios do Sebrae, Leocy Cutrim.

Antes de expor seus produtos regionais, cada empresário participará de cursos, como o curso de Atendimento ao Cliente e Boas Práticas de Manipulação de Alimentos. “A intenção é preparar, capacitar esses empreendedores para que eles estejam aptos a melhorar o seu próprio negócio”, finaliza Leocy.

 

Atender bem é um diferencial

 Qualidade, agilidade e cortesia são pré-requisitos para que isso aconteça. Tanto o empreendedor como a equipe de atendimento devem identificar o cliente e suas necessidades, assim como ter tranquilidade para lidar com queixas e reclamações e, principalmente, habilidade para solucionar os problemas.

Para preservar a imagem positiva do estabelecimento, a comunicação entre a equipe de atendimento e a clientela precisa ser efetiva e clara. Da mesma forma, apresente prontidão, disposição, esforço, cordialidade e superação cada vez que o seu cliente estiver na loja.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O termo “incubadora”, um resumo

Equipe de televisão visita incubadora para conversar com empreendedores de sucesso.
Equipe de televisão visita incubadora para conversar com empreendedores de sucesso.

 

 

 

O modelo precursor do processo de incubação de empresas, como conhecemos hoje, surgiu em 1959 no estado de Nova Iorque (EUA), quando uma das fábricas da Massey Ferguson fechou, deixando um significativo número de residentes novaiorquinos desempregados. Joseph Mancuso, comprador das instalações da fábrica, resolveu sublocar o espaço para pequenas empresas iniciantes, que compartilhavam equipamentos e serviços.

Além da infra-estrutura física das instalações, Mancuso adicionou ao modelo um conjunto de serviços que poderiam ser compartilhados pelas empresas ali instaladas, como secretaria, contabilidade, vendas, marketing e outros, o que reduzia os custos operacionais das empresas e aumentava a competitividade. Uma das primeiras empresas instaladas na área foi um aviário, o que conferiu ao prédio a designação de “incubadora”.

Vale do Silício

Nos anos 70, já na conhecida região do Vale do Silício, nos Estados Unidos, as incubadoras apareceram como meio de incentivar universitários recém-graduados a disseminar suas inovações

Entrevista: O homem empreendedor

Moysés Israel trabalha desde os 11 anos de idade.
Moysés Israel trabalha desde os 11 anos de idade.

 

 

 

Tivemos a oportunidade de entrevistar o amazonense e idealizador do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), Moyses Benarros Israel, que começou a trabalhar aos 11 anos de idade. Foi limpador de escritório, entregador de bombons, sonhou em ser químico industrial, foi Vice-Presidente do Banco do Estado e é o atual Vice-Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM).

Como surgiu a ideia da criação do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial?

Em uma ocasião, tomando café com meu amigo Raimar Aguiar comentei o assunto de dar oportunidades aos pequenos empresários que têm ideias, mas pouco capital para colocá-las em prática. E falei também que precisávamos de um local adequado, no qual esses empreendedores pudessem desenvolver seus projetos e, depois, caminhar sozinhos.

Então, ele me disse que o espaço físico nós tínhamos, que era um local que foi usado pelo Projeto Rondón*, com o apoio da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), localizado em uma área próximo ao Distrito Industrial, onde funciona o CIDE hoje. Começamos a rabiscar o projeto do qual deveríamos ir conversar com a Suframa.

Uma vez que tivemos o apoio da superintendência, começamos a colocar em prática a ideia. Pensávamos grande, lá na frente. A incubadora de empresas deveria ter um espaço para as empresas de tecnologia e de software. E, o que um dia serviu de espaço de dormitório para estudantes, iria se transformar em um espaço cibernético. Iniciamos também, a construção de pavilhões maiores para acolher empresas de outros segmentos. E, com a ajuda da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), instalamos um laboratório de química na incubadora, o qual era usado por professores e estudantes universitários que realizavam análises químicas para colégios e empresas locais. Foi a primeira atividade realizada na incubadora.

Foi eleito como diretor executivo, o senhor Fernando Loureiro, que deu continuidade ao projeto.

Para atrair interessados, fizemos anúncios nos jornais e criamos um modelo de trabalho que deveria ser respeitado pelos empresários que queriam se instalar na incubadora. Então, começaram a surgir segmentos de biojoias, perfumes e outros.

O senhor sonhou alguma vez com a criação de uma incubadora? (risos)

Eu não inventei nada porque incubadoras de empresas já existiam em outros lugares. O que eu fiz foi aplicar conhecimentos adquiridos em minhas viagens ao Chile, a centros acadêmicos, em leituras pessoais sobre esse assunto e oferecer oportunidades à demanda local. Percebemos que era um projeto possível de desenvolver-se em Manaus.

Além disso, minha vida esteve sempre ligada ao ambiente acadêmico e ao empreendedorismo. Eu era membro do conselho da UFAM e viajava a trabalho para assinar convênios e intercâmbios. Como diretor do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-Amazonas), tínhamos um projeto de visitas de estudantes às empresas do Polo Industrial de Manaus, onde eles presenciavam desde a chegada do funcionário à fábrica até o processo de desenvolvimento dos produtos, como relógios e televisores. Inclusive, os estudantes almoçavam com os profissionais. A ideia era desenvolver no aluno o interesse pelo processo de produção. Aquele aluno visitante e, às vezes, estagiário seria o futuro empreendedor, o dono de uma fábrica.

 

O senhor respira empreendedorismo?

Sim. Eu comecei a trabalhar muito cedo, aos 11 anos de idade. Meu pai tinha um comércio e era representante de empresas. Após a morte dele, minha mãe alugou o negócio e fui trabalhar com os meus tios. A essa idade eu tinha de tirar a poeira do escritório, limpar o banheiro e abrir a porta para os funcionários. E, entregava protocolos. Paralelamente a essas atividades, eu estudava e fazia o curso de datilografia que, naquela época, era importantíssimo.

 

Hoje, o CIDE não é a única incubadora de empresas na cidade. O senhor acha que a sua ideia foi multiplicada?

As instituições de educação e pesquisa reconhecem a importância de ter incubadoras de empresas. É importante fomentar e desenvolver novas ideias, e contribuir com o desenvolvimento da sociedade. Queremos agora, ajudar a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) a iniciar a interiorização das incubadoras.

* Criado em 11 de julho de 1967, o Projeto Rondon promovia atividades de extensão universitária levando estudantes voluntários às comunidades carentes e isoladas do interior do país, onde participavam de atividades de caráter notadamente assistencial, organizadas pelo governo.

Entrada da instituição criada por Moyses Israel, o Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE).
Entrada da instituição criada por Moyses Israel, o Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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FIAM 2015: Um evento positivo para as empresas do CIDE

O diretor do CIDE, José Barbosa Grosso (à esq.), com empresários instalados na incubadora.
O diretor do CIDE, José Barbosa Grosso (à esq.), com empresários instalados na incubadora.

 

 

Terminou no último sábado, 21, a oitava edição da Feira Internacional da Amazônia (Fiam 2015), na qual participaram empresas instaladas no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE). Em quatro dias, empresas do segmento de Perfumaria e Cosméticos, Panificação, Temperos, Doces e Bombons expuseram seus produtos e participaram de rodadas de negócios com empresas da região Sudeste e de outros países.

Segundo o proprietário da Temperos da Amazônia, empresa instalada no CIDE, Marcos Agra, a feira tem um resultado positivo. “Para mim, foi uma ótima oportunidade participar do evento. Pude participar das rodadas de negócios e as perspectivas de futuros negócios são muito boas para vender meus produtos em São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, e, inclusive, fora do país”, conta o empreendedor.

Para o diretor do CIDE, José Barbosa Grosso, a feira serviu de vitrine para novos lançamentos de produtos e um espaço de fazer novos negócios. “Eu penso que os quatro dias foram bem divididos e estruturados. Tivemos espaços para que os empresários realizassem novos contatos e fizessem negócios, tivemos palestras e tivemos espaços para o público em geral que tinha curiosidade de conhecer e provar novos produtos. Portanto, foi uma feira pensada para todos os públicos”, conclui o diretor.

A Fiam 2015 contou com 400 estandes e mais de 50 mil visitantes.

Equipe da Administração do CIDE, no estande de Tecnologia e Inovação.
Equipe da Administração do CIDE, no estande de Tecnologia e Inovação.

 

 

O diretor do CIDE, José Barbosa Grosso, e os proprietários da Amazon Doce.
O diretor do CIDE, José Barbosa Grosso, e os proprietários da Amazon Doce.

 

 

Funcionárias da Administração do CIDE visitam estande de Cosméticos.
Funcionárias da Administração do CIDE visitam estande de Cosméticos.

 

 

José Grosso visita o estande da Seplan-CTI
José Grosso visita o estande da Seplan-CTI

 

Funcionárias da Administração do CIDE conversam com empresário do segmento de Alimentos e Cosméticos.
Funcionárias da Administração do CIDE conversam com empresário do segmento de Alimentos e Cosméticos.

 

Representantes do CIDE com o proprietário da Sabores de Tradição.
Representantes do CIDE com o proprietário da Sabores de Tradição.

 

O diretor executivo do CIDE, José Grosso, visita o estande da Sohervas.
O diretor executivo do CIDE, José Grosso, visita o estande da Sohervas.

 

 

Equipe da Administração do CIDE em estande de Tecnologia.
Equipe da Administração do CIDE em estande de Tecnologia.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Empreendedores expõem na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

 

Empresários do CIDE e outras incubadoras de empresas expõem seus produtos
Empresários do CIDE e outras incubadoras de empresas expõem seus produtos

 

 

Empresas de comércio de doces e molhos de pimenta, instaladas no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), estiveram, nos dias 19, 20, 21, na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia promovida pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), realizada em um shopping localizado na zona Norte de Manaus.

O evento teve como finalidade oferecer cursos, palestras e exposições para micro e pequenas empresas da Região. “Você tem a oportunidade de expor seus produtos, conhecer novos clientes e empreendedores, fazer novos negócios e interagir com outras incubadoras de empresas”, disse o proprietário da Temperos da Amazônia, Marcos Agra.

Além do CIDE, outras incubadoras de empresas que fazem parte da Rede Amazônica de Instituições em Prol do Empreendedorismo e da Inovação (RAMI) participaram.

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