Palestras no CIDE dão apoio às empresas

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Evento reuniu secretários estaduais, empreendedores e representantes de instituições de pesquisa.

 

O Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE) recebeu, no mês de abril, a 121ª reunião da Câmara da Micro e Pequenas Empresas, com o objetivo de discutir e informar sobre formação empresarial e divulgação de projetos empresariais por parte das secretarias estaduais, bem como intensificar o contato com as incubadoras de empresa.

 

Durante a reunião foram realizadas diversas palestras de apoio às empresas vinculadas a incubadoras. “Estou muito satisfeito com a participação de todos porque nessas reuniões, os empresários conhecem as instituições que podem dar apoio a seus projetos”, diz o diretor executivo do CIDE, José Barbosa Grosso.

 

O evento contou com as presenças do secretário executivo da Secretaria de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (SEPLAN-CTI), Gustavo Igrejas, o secretário da Secretaria de Estado do Trabalho (SETRAB), Breno Ortiz, do vice-presidente da Junta Comercial do Estado do Amazonas (JUCEA), Caio Fernandes e da diretora da Rede Amazônica de Instituições em Prol do Empreendedorismo e a Inovação (RAMI), Jane Moura, e do licenciado em Letras, especialista em Comunicação e Expressão, Francisco Lavor.

Palestrantes falam para os empreendedores do CIDE.
Palestrantes falam para os empreendedores do CIDE.

 

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Imprensa local fala com as empresas do CIDE sobre “cultura exportadora”

O diretor executivo, José Grosso, dá entrevista para o SBT Em Tempo
O diretor executivo, José Grosso, dá entrevista para o SBT Em Tempo

 

No mês de fevereiro, vários meios de comunicação se interessaram por falar sobre o tema da “cultura exportadora” nos pequenos e médios negócios.

 

Nesse contexto, o Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE) foi procurado por televisões e jornais locais para falar sobre esse assunto e mostrar as empresas que iniciaram a comercialização de seus produtos para outros lugares do Brasil e aspiram a ampliar esse comércio para outros países.

 

Para realizar a matéria jornalística sobre o assunto da “cultura exportadora”, os repórteres solicitaram ao CIDE uma entrevista com o diretor executivo da instituição, José Barbosa Grosso. “As empresas incubadas desfrutam de um ambiente privilegiado em relação aos novos negócios. E a ‘internacionalização’ de uma empresa incubada exige muita preparação, capacitação, pesquisa de mercado, apoio e participação em eventos nacionais e internacionais porque há normas nos lugares para os quais a empresa pretende enviar seus produtos, principalmente, quando se trata de outros países”, diz o diretor.

 

O diretor executivo enfatiza que há casos concretos de empresas, instaladas na incubadora, que passam por um processo de experiência de comercialização para grandes centros consumidores, como São Paulo, Brasília e outras capitais. “Uma forma de atingir esses objetivos é buscando parcerias com instituições financeiras, de pesquisa, de serviços, de fomento empresarial, com universidades, com instituições públicas. Trabalhar de forma isolada é perigoso porque os mercados são dinâmicos, se transformam com velocidade e contam com a ajuda de outros fatores”, diz José Grosso.

 

Ainda segundo o diretor executivo, empresas que estão instaladas em centros empresariais e tecnológicos são consideradas pequenas, com recursos limitados, mas pujantes, pensam grande, com ideias inovadoras e capazes de satisfazer as demandas de dentro e de fora de Manaus.

 

No CIDE, empresas como Amazon Doces, Temperos da Amazônia, Sabores de Tradição e a empresa de licores Sohervas, já experimentam a comercialização de seus produtos em prateleiras de outras capitais. “Vendemos pelo site, pelas redes sociais, pela loja virtual e pelo telefone. A venda na feira da Eduardo Ribeiro, representa 80% do nosso comércio para fora do Estado do Amazonas”, conta o empresário Marcos Agra.

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O proprietário da Sohervas da Amazônia, José Cabral, fala para a televisão
O proprietário da Sohervas da Amazônia, José Cabral, fala para a televisão

 

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Entrevista con Noélia Falcão, coordenadora do AMOCI

Noélia Falcão, coordenadora do AMOCI
Noélia Falcão, coordenadora do AMOCI

 

Na primeira reunião do ano, na qual participaram vários representantes de incubadoras de empresas, representantes de instituições de pesquisas e de universidades, a coordenadora do Arranjo (Rede) de Núcleos de Inovação Tecnológica da Amazônia Ocidental, conhecido como “Arranjo AMOCI”, Noélia Falcão, concedeu uma entrevista ao informativo “Empresarial”, do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE).

 

Como o AMOCI ajuda as instituições que promovem a inovação tecnológica?

Neste momento, são 23 instituições afiliadas ao AMOCI, sendo 16 no Estado do Amazonas, 3 no Estado do Acre, 3 no Estado de Roraima e 2 no Estado de Rondônia. O objetivo do Arranjo (Rede) é operar em forma de rede colaborativa, visando otimizar e compartilhar recursos, disseminar boas práticas de gestão da inovação e de proteção à propriedade intelectual, transferência de tecnologia e empreendedorismo, bem como facilitar a aplicação da Lei de Inovação, do Novo Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação (Lei número 13.243, de 11 de Janeiro de 2016, o chamado Marco Legal de CTI) e da Política de Inovação das ICTs (Instituições de Ciência e Tecnologia).

 

Quais são as barreiras que impedem o fomento da inovação?

Temos alguns desafios para a promoção da inovação. Aponto, por exemplo, a falta de mais investimentos em recursos humanos, especialmente, em pesquisadores e pesquisadoras que estejam interessados em se instalar na Amazônia. Sempre ouvimos que a Amazônia é rica em biodiversidade e, sem dúvida, o é, mas precisamos conhecê-la para explorá-la. Portanto, o investimento em profissionais da área de pesquisa é fundamental, assim como em instituições que promovem a pesquisa, para que elas possam melhorar a sua estrutura e desenvolver pesquisas de ponta. Outro desafio é com os profissionais que trabalham nos NITs (Núcleos de Inovação Tecnológica) das ICTs, que são os responsáveis em realizar a interface das ICTs com as empresas, transferindo o resultado das pesquisas (tecnologias). A maioria dos profissionais que compõem os NITs são bolsistas e assim temos um “rodízio” de pessoas que vêm e vão embora muito rápido. Na verdade, são bolsistas que ficam no máximo três anos e não podem ter sua bolsa renovada. Então você não pode dar continuidade a um trabalho porque o tempo do bolsista acabou e você tem de capacitar um novo bolsista e recomeçar o trabalho do ponto inicial. A solução seria os concursos, mas neste momento não parece possível. Então, penso eu, seria a contratação desses profissionais por meio das fundações de apoio.

 

Quem deve ir ao encontro de quem, a universidade ou a empresa?

Os dois lados devem tomar a iniciativa. Até por uma questão cultural, a interface entre a academia e as empresas ainda é algo que ocorre com pouca frequência. Temos a Lei de Inovação, o Novo Marco Legal de C, T e I, a Lei do Bem, entre outras, que visam promover essa interação. Acredito que a partir desses marcos legais já avançamos em relação a quinze anos atrás e espero num futuro próximo realizar a transferência de tecnologias desenvolvidas na academia de forma mais efetiva. Não adianta somente fazer pesquisas, temos de transferi-la e beneficiar à sociedade. Os pesquisadores não têm interesse em ficar com uma tecnologia, eles querem compartilhar e desejam que ela seja produzida em escala pelas empresas.

É o sonho de todo pesquisador ver o seu produto em uma prateleira e que todos tenham acesso a esse produto, gerando satisfação para o pesquisador, lucro para as empresas e benefício para quem vai consumir o produto, que é a sociedade. Todos ganham. E assim a inovação é efetivamente promovida.

 

Reunião com café da manhã
Reunião com café da manhã

 

Noélia Falcão coordena a reunião com vários representantes de incubadoras de empresas
Noélia Falcão coordena a reunião com vários representantes de incubadoras de empresas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Empresariado do CIDE é convidado para feira regional do SEBRAE

Técnico do Sebrae, empresariado do CIDE e administração da incubadora discutem participação em evento.
Técnico do Sebrae, empresariado do CIDE e administração da incubadora discutem participação em evento.

 

 

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) esteve no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), em outubro, com o objetivo de fazer uma prospecção de empresas, instaladas na própria incubadora, para a possível participação no evento Empório de Natal, que reúne empreendedores que usam ingredientes regionais em seus produtos.

O evento acontece nos dias 30 de novembro, 1 e 2 de dezembro, na frente da sede do Sebrae, situada na Leonardo Malcher, Centro. “Fizemos uma visita, falamos com cada empresário e faremos uma seleção dos que querem participar do evento”, diz o analista técnico da Unidade de Agronegócios do Sebrae, Leocy Cutrim.

Antes de expor seus produtos regionais, cada empresário participará de cursos, como o curso de Atendimento ao Cliente e Boas Práticas de Manipulação de Alimentos. “A intenção é preparar, capacitar esses empreendedores para que eles estejam aptos a melhorar o seu próprio negócio”, finaliza Leocy.

 

Atender bem é um diferencial

 Qualidade, agilidade e cortesia são pré-requisitos para que isso aconteça. Tanto o empreendedor como a equipe de atendimento devem identificar o cliente e suas necessidades, assim como ter tranquilidade para lidar com queixas e reclamações e, principalmente, habilidade para solucionar os problemas.

Para preservar a imagem positiva do estabelecimento, a comunicação entre a equipe de atendimento e a clientela precisa ser efetiva e clara. Da mesma forma, apresente prontidão, disposição, esforço, cordialidade e superação cada vez que o seu cliente estiver na loja.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O termo “incubadora”, um resumo

Equipe de televisão visita incubadora para conversar com empreendedores de sucesso.
Equipe de televisão visita incubadora para conversar com empreendedores de sucesso.

 

 

 

O modelo precursor do processo de incubação de empresas, como conhecemos hoje, surgiu em 1959 no estado de Nova Iorque (EUA), quando uma das fábricas da Massey Ferguson fechou, deixando um significativo número de residentes novaiorquinos desempregados. Joseph Mancuso, comprador das instalações da fábrica, resolveu sublocar o espaço para pequenas empresas iniciantes, que compartilhavam equipamentos e serviços.

Além da infra-estrutura física das instalações, Mancuso adicionou ao modelo um conjunto de serviços que poderiam ser compartilhados pelas empresas ali instaladas, como secretaria, contabilidade, vendas, marketing e outros, o que reduzia os custos operacionais das empresas e aumentava a competitividade. Uma das primeiras empresas instaladas na área foi um aviário, o que conferiu ao prédio a designação de “incubadora”.

Vale do Silício

Nos anos 70, já na conhecida região do Vale do Silício, nos Estados Unidos, as incubadoras apareceram como meio de incentivar universitários recém-graduados a disseminar suas inovações