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Dia de formação para mulheres empreendedoras

Cartaz do evento

O Instituto Rede Mulher Empreendedora, organização da sociedade civil de apoio a projetos de empreendedorismo feminino realiza, amanhã, um dia de capacitações, oficinas, palestras, interação com as mulheres que decidiram empreender, pensam em empreender e possuem negócios, para desenvolver suas qualidades empreendedoras. O evento acontece no Parque Municipal do Mindu, bairro Parque Dez de Novembro, das 8 horas às 17 horas, faz parte do programa “Ela Pode Empreender”, e tem o apoio do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE).

Segundo a coordenadora do Instituto Rede Mulher Empreendedora, Rosângela Bentes, toda a formação tem uma linguagem voltada para o público feminino. “Todas as atividades estão relacionadas com o público feminino, mas as mulheres podem levar crianças, maridos, parentes. Dessa forma, eles podem ajudar na interação também”, disse.

No local do evento vai ocorrer também a Feira Economia Criativa Solidária que vai contar com a participação de várias pequenas empresas e artesanato, e haverá exposição e venda de produtos diversos.

 

 

 

 

 

 

Café com empresas femininas

Empreendedoras e participantes do evento, na FIEAM.

A Rede Mulher Empreendedora (RME) promoveu importantes eventos, em novembro de 2018, para celebrar o mês do empreendedorismo mundial. Um dos eventos aconteceu em Manaus, onde ofereceram um café da manhã com palestras e discussões para mulheres que já empreenderam ou querem empreender, na Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM). O evento teve o apoio do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE) e contou com a presença de uma representante da instituição.

Durante o encontro, as participantes tiveram a oportunidade de conhecer outras empreendedoras, aumentar seu networking, divulgar sua empresa e ainda contar com conteúdo super rico e histórias inspiradoras.

Os temas oferecidos e discutidos foram variados e regionais, como “Passos para se tornar uma empreendedora de sucesso”, “Como atrair clientes e vender mais usando as redes sociais” e histórias de uma empreendedora indígena, da etnia Mura.

A Rede Mulher Empreendedora (RME) é a primeira plataforma de apoio ao empreendedorismo feminino do Brasil, que tem como propósito empoderar empreendedoras economicamente, garantindo sua independência financeira e de decisão sobre

A RME, como é conhecida, oferece, para as mais de 300 mil empreendedoras cadastradas, site com conteúdo relevante e de qualidade, dicas e notícias; promove eventos de networking, cursos, mentorias, inspiração; realiza parcerias com empresas que acreditam na causa do empreendedorismo feminino para levar oportunidades e facilidades para as mulheres; disponibiliza espaço publicitário em destaque no site, por meio de nosso marketplace; faz indicações para fomentar o comércio entre pequenas mulheres donas de negócio. Além disso, conta com um grupo de apoio, com mais de 45 mil membros, no qual promove discussões e ajuda mútua.

O que é Marketplace?

Marketplace é um local onde se faz comércio de bens e serviços. A palavra é uma junção dos termos ingleses market, que significa “mercado” e place, que significa “lugar”. O mercado pode acontecer em um espaço físico (real) ou em um espaço virtual.

Durante o evento, várias atividades foram realizadas.

 

Empresário instalado no CIDE é notícia nacional

Marcos Agra fala para universitários no CIDE.

Marcos Agra fala para universitários no CIDE.

 

Sob o título “Empresário da Amazônia se prepara para conquistar mercado externo”, a agência Sebrae publicou, no último dia 15 de setembro, uma reportagem com o empreendedor do segmento de Temperos, Marcos Agra, instalado no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial.

O texto a seguir foi copiado integralmente do site do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

 

Poder unir duas paixões motivou o manauara Marcos Agra a criar a Temperos da Amazônia – Aromas e Sabores. Há dez anos, o então taxista, insatisfeito com a profissão, buscava uma ocupação que o realizasse. A ideia surgiu em um jantar para amigos, momento em que ele fazia o que mais gostava – cozinhar, usando temperos e peixes típicos da região Amazônica.

Da conversa informal e da percepção de que os produtos oferecidos no mercado eram de péssima apresentação, nasceu a microempresa, em 2012. O caminho foi trilhado desde 2008 com muito cuidado e suporte do Sebrae, afinal, Marcos não sabia por onde começar. Aprendeu a elaborar plano de negócios e fez dezenas de cursos, como Empretec, Liderança e Gestão da Inovação.

Também com apoio da instituição, obteve as certificações e orientações para uma produção segura, inclusive o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Neste ano, devemos obter o Selo Amazônico, do Governo do Estado, que comprova a procedência do produto”, revela.

O Sebrae também apresentou ao empresário o Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), incubadora na qual instalou a pequena fábrica, em um galpão de 130 metros quadrados. De lá saem, geralmente sob encomenda, 22 produtos sem corantes nem conservantes, cujas receitas foram criadas por ele. A pimenta-murupi é a vedete, presente em itens como geleia de manga, farinha e tucupi, todos apimentados, além da recém-lançada trufa de chocolate com geleia de cupuaçu.

“É uma pimenta pouco conhecida, muito saborosa e ardida, presente principalmente no Amazonas”, explica ele, que tem a ajuda da esposa Micaela, do filho Igor e de colaboradores eventuais para auxiliar na produção e atuar como vendedores em eventos. Aliás, é Mica, como a chama carinhosamente, que muitas vezes contém a empolgação do marido. “Eu gosto de criar, de produzir, ela é mais pé no chão”, conta o empresário.

Seguindo a linha – um passo de cada vez – que caracteriza a trajetória da Temperos da Amazônia, os produtos começam a ultrapassar as fronteiras do estado. Com sorte, é possível encontrá-los em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba (PR), onde passaram a ser comercializados neste ano em lojas especializadas e feiras.

O próximo passo é conquistar o exterior e, mais uma vez, o Sebrae tem auxiliado o empreendedor, assim como outras instituições de fomento às exportações. “Enviamos amostras para contatos na Itália, em Portugal, na cidade do Porto, e nos Estados Unidos. Espero que 2018 seja o nosso ano de começar a exportar”, torce.

 

SEBRAE 45 ANOS

A trajetória deste empresário e de milhões de outros empreendedores fazem parte da história do Sebrae, instituição criada em 1972 para fomentar e desenvolver os pequenos negócios no Brasil. Em 2017, o Sebrae comemora 45 anos de atuação em defesa dos micro e pequenos empreendedores, que somam hoje 98,5/% do total de empresas do Brasil e geram mais da metade dos empregos no país. Formalização, inovação, redução da burocracia, ampliação do acesso ao crédito e melhoria do ambiente legal fazem parte do compromisso do Sebrae com os pequenos negócios.

Marcos Agra (ao centro) participa de capacitações com outros empresários no CIDE.

Marcos Agra (ao centro) participa de capacitações com outros empresários no CIDE.

 

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Profissionais desafiam o cenário econômico e empreendem

A proprietária e farmacêutica da Amazon Biocare, Natasha Mayer, e o diretor administrativo Raniere Câmara.

A proprietária e farmacêutica da Amazon Biocare, Natasha Mayer, e o diretor administrativo Raniere Câmara.

 

É na crise que grandes oportunidades podem ser identificadas e, com isso, muitos empreendedores criam negócios, como é o caso da farmacêutica e mestre em Engenharia de Produção, Natasha Mayer, proprietária da Amazon Biocare, empresa de cosméticos, instalada nesse segundo semestre, no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), juntamente com duas novas empresas de alimentos e tecnologia da informação.

De acordo com Mayer, a inovação nos produtos, aliando conhecimentos tradicionais à tecnologia de ponta, é o diferencial. “Utilizamos matérias primas sustentáveis para fabricar nanocosméticos com formulações verdes, sem o uso de sulfatos, parabenos ou derivados de petróleo, que são agressivos à pele e ao meio ambiente”, diz a farmacêutica, acrescentando que são produtos dermocosméticos, elaborados pela equipe de profissionais da empresa.

Além de utilizar a nanotecnologia, Natasha Mayer garante exclusividade, inovação e efeitos comprovados cientificamente em seus produtos. “Na linha facial introduziremos um tratamento para manchas na pele que permite a exposição solar e tratamento para rugas com nanocápsulas vegetais. Na ala tradicional, teremos cinco linhas de tratamento capilar completo, com a mesma tecnologia de nanocápsulas. Para o corpo, produtos de banho e hidratação, além de sabonetes íntimos nas versões feminina e masculina, respeitando as características fisiológicas de cada um. Ofereceremos ainda uma linha completa de tratamento para pessoas maduras, com reposição de nutrientes que a pele e os cabelos perdem com o passar do tempo”, conta a proprietária.

PARCERIAS

Segundo o diretor administrativo da empresa, Raniere Câmara, a parceria com as redes de drogarias, distribuidores de cosméticos e clínicas é a estratégia adotada para o crescimento e a visibilidade do produto no mercado local e nacional através da construção de uma marca sólida com identidade e produtos próprios e diferenciados. “A linha de produtos contará com um amplo portfólio”, finaliza Natasha Mayer.

A Amazon Biocare pretende iniciar suas atividades até o final do ano de 2015. Em 2016, pretende lançar todos os produtos citados, com incisiva entrada no mercado local. Para que esse planejamento possa ser concretizado, os empreendedores contam com o apoio do CIDE. “Apesar das mudanças no cenário econômico, a procura pela incubadora é uma procura crescente. Isso demonstra que há investimentos, há superações e nós procuramos apoiar essas iniciativas”, diz o diretor executivo do CIDE, José Barbosa Grosso.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Conhecer para empreender

 

 

 

Estudantes de Farmácia do Uninorte Laureate no CIDE.

Estudantes de Farmácia do Uninorte Laureate no CIDE.

 

 

Uma turma de estudantes do oitavo período de Farmácia do Uninorte Laureate, unidade 1, esteve, hoje, no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), para dar complemento à formação de gestão, uma disciplina que já faz parte do curso oferecido.

Durante a visita, eles escutaram uma palestra dada pelo diretor executivo da incubadora, José Barbosa Grosso, e conversaram com alguns proprietários de empresas relacionadas com as áreas de Química e Farmácia.

“O que pretendemos é fomentar a cultura do empreendedorismo dentro do curso de Farmácia. Há estudantes inteligentes, capazes de produzir produtos com inovação. Então, nós queremos conhecer iniciativas empreendedoras”, disse o professor Marco Aurélio Oliveira.

Para a estudante Vanessa Teixeira, uma ideia pode se tornar realidade. “Ouvir a história de empreendedores instalados no CIDE, nos motiva a todos a colocar em prática nossas ideias. Não é fácil, mas é possível”, disse.

Estudantes ouvem palestra do diretor executivo do CIDE, Jose Barbosa Grosso.

Estudantes ouvem palestra do diretor executivo do CIDE, Jose Barbosa Grosso.

 

Turma de Farmácia na empresa Sohervas.

Turma de Farmácia na empresa Sohervas.

 

Estudantes de Farmácia na Temperos da Amazônia.

Estudantes de Farmácia na Temperos da Amazônia.

 

 

 

 

 

 

 

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