Uma “noite doce” para empresária instalada no CIDE

A empresária Jane Barros e o diretor executivo do CIDE, José B. Grosso.

A empresária Jane Socorro Barros Ferreira, proprietária da Amazon Comércio de Doces Ltda, empresa instalada no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), recebeu, na noite de quinta-feira, 17 de maio, o diploma de Microindustrial Destaque do Ano, prêmio concedido pela Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM), pela sua trajetória empreendedora.

A história empresarial da proprietária permitiu que ela estivesse entre os melhores do ano. “Nada foi fácil. Tinha no quintal de casa plantações de cupuaçu e maracujá, comecei a me aventurar na produção de doces e nunca mais parei”, diz Jane Barros.

Ao longo dos anos no CIDE, a Amazon Doces conquistou novos espaços, instalando pontos de vendas em shoppings da cidade, feiras e lugares de eventos. “Fomos conquistando novos espaços apesar das dificuldades que enfrentamos todos os dias”, conta a premiada.

Para o diretor executivo do CIDE, José B. Grosso, a escolha é um importante reconhecimento aos que lutam e triunfam. “O potencial do nosso empresariado é muito forte, mas eles precisam de apoios, de capacitações, de estrutura. E um dos objetivos da nossa incubadora é identificar as necessidades empresariais e ajudar os empreendedores que nos procuram”, conclui o diretor.

Além de Jane Barros, foram homenageados o empresário Claudio Antonio Barrella, da empresa Tutiplast Indústria e Comércio Ltda, e a empresa Recofarma Indústria do Amazonas Ltda, como empresa exportadora do ano.

A homenageada Jane Barros e o presidente da FIEAM, Antonio Silva.
A empreendedora Jane Barros com familiares e seus convidados.
Os três homenageados da noite com o presidente da FIEAM.
Jane Barros recebe das mãos do presidente do CIEAM, Wilson Périco (à esq.), a placa.
Jane Barros faz um discurso para empresários e convidados sobre a sua trajetória.

 

FIEAM anuncia agraciados do prêmio “Industrial do Ano”

A empresária, Jane Barros (esq.), recebe certificado de curso, no CIDE.

A empreendedora Jane do Socorro Barros Ferreira, proprietária da Amazon Comércio de Doces Ltda, conhecida como “Amazon Doces”, empresa instalada no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), é a mais nova microempresária do ano, escolhida pela Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM).

A solenidade da entrega dos prêmios acontecerá em maio, no Clube do Trabalhador do SESI, em Manaus, e conta com o apoio do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (CIEAM).

A Amazon Doces atende à demanda de doces caseiros regionais, com o uso de frutas como araçá-boi, cupuaçu, açaí, buriti, castanha e muitos outros, e participa em feiras locais e nacionais, possui pontos de vendas nos principais shoppings de Manaus, gerando emprego e desenvolvimento ao Estado do Amazonas.

O outro agraciado é o empresário Cláudio Antônio Barrella, sócio diretor da Tutiplast Indústria e Comércio Ltda, na categoria microindustrial do ano. Fornecedora de soluções em injeção plástica há mais de 20 anos no Polo Industrial de Manaus (PIM), a Tutiplast tem mais de 650 produtos que atendem os segmentos de eletroeletrônico, mecânico, duas rodas, entretenimentos, higiene pessoal, relojoeira informática e produtos descartáveis.

A empreendedora Jane Barros.
Jane Barros recebe universitários na Amazon Doces.
Jane Barros apresenta a Amazon Doces para investidores belgas, no CIDE.

 

Farmacêutica tem sua própria linha de produtos

A farmacêutica, Larhicy de Souza (à dir.), trabalha em equipe.

 

Ela nasceu no Maranhão, estudou Farmácia em São Paulo, trabalhou em Manaus e hoje é uma das novas empreendedoras, instaladas no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), onde possui a empresa de cosméticos Amhy, realizando um sonho de estudante que era ter seu próprio negócio e gerar emprego.

“Quando eu cheguei a Manaus, eu trabalhei em duas grandes empresas de produtos farmacêuticos, mas eu sempre tinha aquela inquietude de produzir meus próprios cosméticos. Eu ganhava bem, mas sentia que faltava alguma coisa. Eu queria ter o prazer de ter a minha própria linha de produtos”, relata a proprietária da Amhy, Larhicy de Souza.

Ainda segundo Larhicy, o pai dela era um exemplo que ela queria seguir, já que ele também é um empreendedor. “Eu gosto de arriscar, de inovar, de tentar algo diferente. E, durante umas férias, eu decidi produzir meus primeiros produtos em casa para testar. Minha mãe desocupou um quarto de hóspede e eu comecei”, conta a empresária.

O primeiros passos deram tão certo que ela começou a divulgar os primeiros resultados. “Meus pais foram os primeiros a provar os produtos. Depois, eu divulguei para minhas colegas de trabalho e o negócio foi florescendo e eu comecei a fabricar produtos com essências da Amazônia”, diz Larhicy.

A farmacêutica acreditava tanto no seu potencial empreendedor que decidiu abandonar o emprego e buscou incubadoras de empresas. No começo, ela se instalou em uma incubadora universitária, mas o espaço foi ficando pequeno para o seu enorme sonho. “Eu não queria fabricar de maneira artesanal, eu queria que meus produtos tivessem certificações importantes e produzir em grande escala. Então eu procurei o apoio do CIDE, onde a estrutura é ampla e posso conseguir novas certificações, e realizar novos contatos”, diz a proprietária, lembrando que o começo não foi fácil.

A empresa de cosméticos de Larhicy começou bem no CIDE, nas primeiras semanas de instalação, ela teve a oportunidade de expor seus produtos para uma comitiva da Bélgica que visitou a incubadora para realizar novas parcerias. “Há momentos em que você tem vontade de desistir, mas você tem que persistir e não ter medo de errar”, finaliza ela.

Hoje, a Amhy possui 16 linhas de produtos, formadas por hidratantes, sabonetes, cremes para mãos e facial, difusores de ambientes e tantos outros.

 

Larhicy conta com duas colaboradoras.

 

A farmacêutica conversa com o embaixador belga em visita ao CIDE.

 

Larhicy procurou o apoio do CIDE.

Empresário instalado no CIDE é notícia nacional

Marcos Agra fala para universitários no CIDE.
Marcos Agra fala para universitários no CIDE.

 

Sob o título “Empresário da Amazônia se prepara para conquistar mercado externo”, a agência Sebrae publicou, no último dia 15 de setembro, uma reportagem com o empreendedor do segmento de Temperos, Marcos Agra, instalado no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial.

O texto a seguir foi copiado integralmente do site do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

 

Poder unir duas paixões motivou o manauara Marcos Agra a criar a Temperos da Amazônia – Aromas e Sabores. Há dez anos, o então taxista, insatisfeito com a profissão, buscava uma ocupação que o realizasse. A ideia surgiu em um jantar para amigos, momento em que ele fazia o que mais gostava – cozinhar, usando temperos e peixes típicos da região Amazônica.

Da conversa informal e da percepção de que os produtos oferecidos no mercado eram de péssima apresentação, nasceu a microempresa, em 2012. O caminho foi trilhado desde 2008 com muito cuidado e suporte do Sebrae, afinal, Marcos não sabia por onde começar. Aprendeu a elaborar plano de negócios e fez dezenas de cursos, como Empretec, Liderança e Gestão da Inovação.

Também com apoio da instituição, obteve as certificações e orientações para uma produção segura, inclusive o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Neste ano, devemos obter o Selo Amazônico, do Governo do Estado, que comprova a procedência do produto”, revela.

O Sebrae também apresentou ao empresário o Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), incubadora na qual instalou a pequena fábrica, em um galpão de 130 metros quadrados. De lá saem, geralmente sob encomenda, 22 produtos sem corantes nem conservantes, cujas receitas foram criadas por ele. A pimenta-murupi é a vedete, presente em itens como geleia de manga, farinha e tucupi, todos apimentados, além da recém-lançada trufa de chocolate com geleia de cupuaçu.

“É uma pimenta pouco conhecida, muito saborosa e ardida, presente principalmente no Amazonas”, explica ele, que tem a ajuda da esposa Micaela, do filho Igor e de colaboradores eventuais para auxiliar na produção e atuar como vendedores em eventos. Aliás, é Mica, como a chama carinhosamente, que muitas vezes contém a empolgação do marido. “Eu gosto de criar, de produzir, ela é mais pé no chão”, conta o empresário.

Seguindo a linha – um passo de cada vez – que caracteriza a trajetória da Temperos da Amazônia, os produtos começam a ultrapassar as fronteiras do estado. Com sorte, é possível encontrá-los em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba (PR), onde passaram a ser comercializados neste ano em lojas especializadas e feiras.

O próximo passo é conquistar o exterior e, mais uma vez, o Sebrae tem auxiliado o empreendedor, assim como outras instituições de fomento às exportações. “Enviamos amostras para contatos na Itália, em Portugal, na cidade do Porto, e nos Estados Unidos. Espero que 2018 seja o nosso ano de começar a exportar”, torce.

 

SEBRAE 45 ANOS

A trajetória deste empresário e de milhões de outros empreendedores fazem parte da história do Sebrae, instituição criada em 1972 para fomentar e desenvolver os pequenos negócios no Brasil. Em 2017, o Sebrae comemora 45 anos de atuação em defesa dos micro e pequenos empreendedores, que somam hoje 98,5/% do total de empresas do Brasil e geram mais da metade dos empregos no país. Formalização, inovação, redução da burocracia, ampliação do acesso ao crédito e melhoria do ambiente legal fazem parte do compromisso do Sebrae com os pequenos negócios.

Marcos Agra (ao centro) participa de capacitações com outros empresários no CIDE.
Marcos Agra (ao centro) participa de capacitações com outros empresários no CIDE.

 

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Transformando-se em empresário

Empreendedores participam do penúltimo módulo.
Empreendedores participam do penúltimo módulo.

 

O empresariado do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE) voltou à sala de treinamento para participar do curso “Transformando-se em empresário empreendedor”. Depois de uma semana de treinamento, a capacitação foi concluída no dia 31 de agosto e foi ministrada novamente pelo economista Geraldo Magela. A formação tem a finalidade de corrigir os principais erros nas gestões consideradas “familiares”, nos aspectos financeiros e processo empresarial.

A formação está constituída de três etapas em meses diferentes. Essa é a penúltima. “Trata-se agora do segundo módulo. Nesse curso, estamos trabalhando casos de pessoas que tenham uma empresa e são chamadas de empresários, mas isso não dá a elas as características de empreendedor ou empreendedora. E muitas empresas não conseguem avançar porque falta ao proprietário as características de empreendedor”, diz Magela.

Durante o curso o economista deixou bem claro que muitos empresários têm uma grande ideia, bons produtos, mas agem como empregado dentro da própria empresa. “O objetivo é fazer uma reflexão sobre a postura empreendedora do empresário, o que vai levá-lo a um bom posicionamento no mercado, melhorando sua relação com os funcionários, descentralizando os trabalhos e melhorando sua criatividade”, destaca.

O próximo passo vai ser em setembro, quando acontecerá a formação do último módulo com todos os empresários.

 

O que é?

Empreendedor é quem identifica oportunidades e gera riquezas a partir delas. No mundo do trabalho, aquele tipo de pessoa que é capaz de criar uma empresa ou negócio a partir de uma simples ideia. Empresário, por sua vez, é todo indivíduo que tem competência para perpetuar essa mesma empresa ou negócio.

As experiências são compartilhadas.
As experiências são compartilhadas.

 

Empresários recebem certificado de conclusão.
Empresários recebem certificado de conclusão.