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CIDE participa de audiência pública na ALEAM

O caderno de Economia do jornal A Crítica registrou a audiência.

O caderno de Economia do jornal A Crítica registrou a audiência.

 

Com o objetivo de participar da audiência pública sobre “um novo modelo econômico de gestão para o Distrito Industrial de Micro e Pequenas Empresas (DIMPE)”, o diretor executivo do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), José Barbosa Grosso, esteve na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM), no último dia 20, participando da iniciativa do presidente da Associação do DIMPE, Mário Fogaça, e de políticos locais.

 

Segundo José Grosso, as incubadoras de empresas devem gerar desenvolvimento econômico. “Nesse primeiro momento, eu vim para conhecer os problemas pelos quais passam o DIMPE e desejo que encontremos uma solução que seja viável para todos”, finaliza.

 

Participaram também representantes da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), Federação da Agricultura e Pecuária do Amazonas (Faea) e representante do Governo Estadual.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Abertura das Câmaras Setoriais conta com a presença de gestores de incubadoras

O secretário executivo das Câmaras Setoriais, Laerte Chíxaro, faz o balanço referente a 2015

O secretário executivo das Câmaras Setoriais, Laerte Chíxaro, faz o balanço referente a 2015

 

 

A abertura das Câmaras Setoriais da Secretaria de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Seplan-CTI) de 2016, aconteceu, na segunda-feira, 14, para apresentar os resultados do ano passado e ao mesmo tempo divulgar as ações preparadas para este ano. O ato aconteceu na própria secretaria e contou com a presença de representantes das classes patronais e laborais do Amazonas e gestores de centros de incubação empresarial.

 

Durante a apresentação o secretário executivo das Câmaras Setoriais, Laerte Chíxaro, destacou o esforço de todos os participantes em cumprir os trabalhos propostos e fez uma avaliação positiva.

 

O diretor executivo do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), José Barbosa Grosso, enfatizou a união entre todos. “Vamos seguir trabalhando juntos, em parcerias com outros segmentos da sociedade, para que superemos os desafios de 2016 e possamos concluir com êxito os nossos trabalhos”, conclui.

 

Na primeira reunião do ano, os convidados conheceram o Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE), apresentado pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa).

 

Participantes das Câmaras Setoriais e convidados no auditório da Seplan-CTI

Participantes das Câmaras Setoriais e convidados no auditório da Seplan-CTI

 

 

O secretário executivo das Câmaras Setoriais, Laerte Chíxaro, mostra o balanço das ações

O secretário executivo das Câmaras Setoriais, Laerte Chíxaro, mostra o balanço das ações

 

O diretor executivo do CIDE, José Grosso, participa da primeira reunião das Câmaras Setoriais

O diretor executivo do CIDE, José Grosso, participa da primeira reunião das Câmaras Setoriais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PQA 2016 abre inscrições para organizações públicas e privadas

Representantes de várias instituições compareceram ao lançamento do PQA 2016.

Representantes de várias instituições compareceram ao lançamento do PQA 2016.

 

 

Empresas instaladas no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE) já podem fazer a inscrição para participar do Programa Qualidade Amazonas (PQA 2016), que foi lançado, na tarde da sexta-feira, 26, no auditório Auton Furtado Junior, no edifício da Federação das Indústrias do Estado do Amazona (FIEAM).

De acordo como a coordenadora do programa, Erlen Montefusco, qualquer organização particular e pública pode participar do processo. “Os participantes devem apresentar uma melhoria ou uma inovação, ou uma prática voltada para o desenvolvimento sustentável que cada um possa ter em sua organização. Então, elabora um relatório, um modelo de gestão”, enfatiza, acrescentando que existem a Modalidade Processo e a Modalidade Gestão e que os participantes não precisam ter a ISO (um conjunto de normas de padronização para um determinado serviço ou produto) ou nenhuma certificação obrigatória.

Na edição do ano passado, a empresa de moda esportiva, instalada no CIDE Alvora (CIDE2), Officina Sports, foi premiada na categoria Micro e Pequena Indústria, na modalidade Processo.

Ainda segundo Montefusco, a divulgação do resultado do PQA 2016 está prevista para o mês de setembro. Para mais informações, os interessados devem acessar ao site www.pqa.org.br ou ligar para os números 3622-6104 e 3186-6642.

O PROGRAMA QUALIDADE AMAZONASé apoiado pela FIEAM e trata-se de um programa estadual fundado em 1991, com o objetivo de apoiar as organizações, públicas e privadas, na busca pela qualidade, produtividade e competitividade, através do uso de métodos e ferramentas da qualidade e excelência na gestão.

 

 

A coordenadora do PQA 2016, Erlen Montefusco, dá início ao lançamento do programa.

A coordenadora do PQA 2016, Erlen Montefusco, dá início ao lançamento do programa.

 

 

 

Representantes de organizações aguardam o lançamento do PQA 2016, no auditório Auton Furtado Junior.

Representantes de organizações aguardam o lançamento do PQA 2016, no auditório Auton Furtado Junior.

 

 

 

Ganhadores de edições passadas relatam histórias de casos de sucessos.

Ganhadores de edições passadas relatam histórias de casos de sucessos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CIDE conclui as atividades de 2015 com almoço

Funcionários e empreendedores se confranternizam em almoço oferecido pelo CIDE.

Funcionários e empreendedores se confranternizam em almoço oferecido pelo CIDE.

 

 

 

Com muitos agradecimentos e novas metas para o ano de 2016, o diretor executivo do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), José Cunha Barbosa Grosso, concluiu, hoje, 18, as atividades da incubadora, com um almoço para os empreendedores instalados e funcionários da instituição.

Durante o almoço, houve partidas de dominó, brincadeiras e sorteio de uma cesta de doces, cortesia da Amazon Doces. “Desejo a todos os empresários instalados e aos funcionários que tanham fé, trabalhem com esperança de que o ano que vem será melhor do que o de 2015. Devemos ter força e vencer a crise com trabalho. Que todos os bons desejos se realizem”, disse José Grosso, diante dos funcionários e da gestora do Polo de Modas, conhecido como CIDE 2, Elizabeth Araújo, que aproveitou a ocasião para agradecer também a todos.

O diretor executivo, lembrou também que, hoje, o CIDE vai além de uma simples incubadora. “Tivemos várias visitas administrativas e de estudantes universitários, e de cursos técnicos da capital e do interior do Amazonas. Tivemos uma visita internacional dos estudantes da Universidade do Texas para conhecer nossa estrutura e as empresas incubadas. Então, isso significa que estamos sendo reconhecidos. Esperamos que as empresas continuem crescendo, divulguem seus produtos em feiras e que a incubadora continue auxiliando os que querem vir aqui”, finalizou o diretor, lembrando que a incubadora entra em recesso até o dia 3 de janeiro e retoma suas atividades no dia 4 do mesmo mês.

O diretor executivo, José Grosso, conversa com o proprietário da Sohervas.

O diretor executivo, José Grosso, conversa com o proprietário da Sohervas.

Empreendedores almoçam com os funcionários do CIDE.

Empreendedores almoçam com os funcionários do CIDE.

O almoço está servido.

O almoço está servido.

 

 

Jogo de dominó entre os convidados.

Jogo de dominó entre os convidados.

 

 

Conversa e brincadeiras entre os convidados.

Conversa e brincadeiras entre os convidados.

 

 

A gestora do "CIDE 2", Elizabeth Araújo (à direita), conversa com funcionários da incubadora.

A gestora do “CIDE 2”, Elizabeth Araújo (à direita), conversa com funcionários da incubadora.

 

 

Não faltaram as selfies.

Não faltaram as selfies.

 

 

Parada para a foto.

Parada para a foto.

 

 

Bom almoço para os convidados.

Bom almoço para os convidados.

 

 

Um churrasco para concluir as atividades.

Um churrasco para concluir as atividades.

 

 

A ganhadora da cesta de doces, oferecida pela Amazon Doces.

A ganhadora da cesta de doces, oferecida pela Amazon Doces.

 

 

 

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Entrevista: O homem empreendedor

Moysés Israel trabalha desde os 11 anos de idade.

Moysés Israel trabalha desde os 11 anos de idade.

 

 

 

Tivemos a oportunidade de entrevistar o amazonense e idealizador do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), Moyses Benarros Israel, que começou a trabalhar aos 11 anos de idade. Foi limpador de escritório, entregador de bombons, sonhou em ser químico industrial, foi Vice-Presidente do Banco do Estado e é o atual Vice-Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM).

Como surgiu a ideia da criação do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial?

Em uma ocasião, tomando café com meu amigo Raimar Aguiar comentei o assunto de dar oportunidades aos pequenos empresários que têm ideias, mas pouco capital para colocá-las em prática. E falei também que precisávamos de um local adequado, no qual esses empreendedores pudessem desenvolver seus projetos e, depois, caminhar sozinhos.

Então, ele me disse que o espaço físico nós tínhamos, que era um local que foi usado pelo Projeto Rondón*, com o apoio da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), localizado em uma área próximo ao Distrito Industrial, onde funciona o CIDE hoje. Começamos a rabiscar o projeto do qual deveríamos ir conversar com a Suframa.

Uma vez que tivemos o apoio da superintendência, começamos a colocar em prática a ideia. Pensávamos grande, lá na frente. A incubadora de empresas deveria ter um espaço para as empresas de tecnologia e de software. E, o que um dia serviu de espaço de dormitório para estudantes, iria se transformar em um espaço cibernético. Iniciamos também, a construção de pavilhões maiores para acolher empresas de outros segmentos. E, com a ajuda da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), instalamos um laboratório de química na incubadora, o qual era usado por professores e estudantes universitários que realizavam análises químicas para colégios e empresas locais. Foi a primeira atividade realizada na incubadora.

Foi eleito como diretor executivo, o senhor Fernando Loureiro, que deu continuidade ao projeto.

Para atrair interessados, fizemos anúncios nos jornais e criamos um modelo de trabalho que deveria ser respeitado pelos empresários que queriam se instalar na incubadora. Então, começaram a surgir segmentos de biojoias, perfumes e outros.

O senhor sonhou alguma vez com a criação de uma incubadora? (risos)

Eu não inventei nada porque incubadoras de empresas já existiam em outros lugares. O que eu fiz foi aplicar conhecimentos adquiridos em minhas viagens ao Chile, a centros acadêmicos, em leituras pessoais sobre esse assunto e oferecer oportunidades à demanda local. Percebemos que era um projeto possível de desenvolver-se em Manaus.

Além disso, minha vida esteve sempre ligada ao ambiente acadêmico e ao empreendedorismo. Eu era membro do conselho da UFAM e viajava a trabalho para assinar convênios e intercâmbios. Como diretor do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-Amazonas), tínhamos um projeto de visitas de estudantes às empresas do Polo Industrial de Manaus, onde eles presenciavam desde a chegada do funcionário à fábrica até o processo de desenvolvimento dos produtos, como relógios e televisores. Inclusive, os estudantes almoçavam com os profissionais. A ideia era desenvolver no aluno o interesse pelo processo de produção. Aquele aluno visitante e, às vezes, estagiário seria o futuro empreendedor, o dono de uma fábrica.

 

O senhor respira empreendedorismo?

Sim. Eu comecei a trabalhar muito cedo, aos 11 anos de idade. Meu pai tinha um comércio e era representante de empresas. Após a morte dele, minha mãe alugou o negócio e fui trabalhar com os meus tios. A essa idade eu tinha de tirar a poeira do escritório, limpar o banheiro e abrir a porta para os funcionários. E, entregava protocolos. Paralelamente a essas atividades, eu estudava e fazia o curso de datilografia que, naquela época, era importantíssimo.

 

Hoje, o CIDE não é a única incubadora de empresas na cidade. O senhor acha que a sua ideia foi multiplicada?

As instituições de educação e pesquisa reconhecem a importância de ter incubadoras de empresas. É importante fomentar e desenvolver novas ideias, e contribuir com o desenvolvimento da sociedade. Queremos agora, ajudar a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) a iniciar a interiorização das incubadoras.

* Criado em 11 de julho de 1967, o Projeto Rondon promovia atividades de extensão universitária levando estudantes voluntários às comunidades carentes e isoladas do interior do país, onde participavam de atividades de caráter notadamente assistencial, organizadas pelo governo.

Entrada da instituição criada por Moyses Israel, o Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE).

Entrada da instituição criada por Moyses Israel, o Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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