CIDE: Sopramos as velinhas de 18 anos

Empresários, equipe administrativa do CIDE e convidados, nos 18 anos da instituição.

Com a finalidade de comemorar os 18 anos do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), o diretor executivo, José Barbosa Grosso, e a equipe administrativa da instituição, reuniram no último 18 de maio, na própria incubadora, os empresários e os funcionários das empresas instaladas no centro, para um momento de confraternização e agradecimentos.

Na ocasião, o diretor fez uma avaliação dos trabalhos desenvolvidos ao longo desses anos e agradeceu as parcerias. “Somos como uma família e sozinho é muito difícil realizar as coisas. Espero que essa boa relação continue sempre porque precisamos um dos outros”, disse o diretor executivo, José B. Grosso, acrescentando que incubadora “já é de maior”.

Além de funcionários e empresários atualmente instalados, a comemoração atraiu a alguns empresários que passaram pela incubadora e concluíram seu processo empresarial, como o gerente da Waku Sese, que agradeceu pelos anos que a empresa ficou instalada no CIDE.

Depois dos agradecimentos, um lanche foi servido com os próprios produtos produzidos pelas empresas da área de Alimentação, instaladas na incubadora.

HISTÓRICO

Lançamento da pedra fundamental: 20 de maio de 1999

Aprovação do estatuto: 20 de outubro de 1999

Criação do CIDE 10 de novembro de 1999

Constituição do Conselho Administrativo: 27 de janeiro de 2000

Inauguração do CIDE: 19 de maio de 2000

 

O diretor executivo, José B. Grosso (centro), conversa com empresários antes dos parabéns.
O diretor executivo, José B. Grosso, faz os agradecimentos.
A equipe administrativa do CIDE agradece pelos objetivos alcançados.
Conversas e brincadeiras antes de começar o lanche.
Bolo comemorativo dos 18 anos.

 

16º Aniversário do CIDE: Revista recorda a data

Entrada principal do CIDE.
Entrada principal do CIDE.

 

A revista Amazônia, na sua edição de maio, traz uma reportagem sobre os 16 anos de existência do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), comemorados no dia 19 de maio, destacando um resumo da história da incubadora, desde a sua idealização até os dias atuais.

 

Para o diretor executivo, José Barbosa Grosso, a incubadora presta um serviço à sociedade. “As incubadoras de empresas apoiam a formação de grupos iniciais y propiciam o intercâmbio de experiências em torno aos avanços em diferentes e diversos segmentos”, diz.

 

Duas páginas fazem um resumo do CIDE, na revista Amazônia.
Duas páginas fazem um resumo do CIDE, na revista Amazônia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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FIEAM completa 55 anos de fundação

A sede da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM).
A sede da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM).

 

Sempre fiel à luta pelo fortalecimento da indústria do Amazonas e já consolidada como legítimo canal de reivindicações dos interesses coletivos regionais, a Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM) completou no mês de agosto, 55 anos de fundação. Para seu presidente, Antonio Silva, nesse período, a instituição aperfeiçoou o seu papel na defesa dos interesses do segmento que representa, contribuindo para o seu desenvolvimento em condições sustentáveis, sob os aspectos econômicos, sociais, políticos, culturais e ambientais.

Mesmo com o recuo de 9,8% no faturamento do Polo Industrial de Manaus (PIM), nos cinco primeiros meses do ano, com relação ao mesmo período de 2014, Antonio Silva diz que a FIEAM tem motivos para comemorar seu 55º aniversário e ainda acreditar numa retomada do crescimento em curto prazo. “A crise que se abateu sobre a economia brasileira é a maior causa dessa retração no desempenho do PIM. Como sabemos, a maior parte da nossa produção é destinada ao mercado nacional. Mas, vamos superar essa crise logo”, disse Silva.

Segundo Antonio Silva, o fundador e primeiro presidente da organização foi um autêntico representante do extrativismo na Amazônia, o empresário Abrahão Sabbá, de tradicional família de empreendedores da região, com atividades que iam da exploração de petróleo ao beneficiamento da juta. “A FIEAM nasceu em meio a mudanças profundas no cenário industrial do Amazonas. A economia regional girava em torno da extração de borracha, da castanha e da produção de petróleo. Os sindicatos mais fortes cobriam ainda os ramos de bebidas, panificação, serrarias e calçados”, conta Antonio Silva.

O grande homenageado na comemoração dos 55 anos da FIEAM é o empresário Moyses Benarrós Israel, que acompanha desde o início a história da Federação. Como membro-fundador, assumiu a 1ª vice-presidência na Diretoria Provisória, que vigorou de agosto de 1960 a setembro de 1961, e hoje, aos 91 anos, responde pela presidência do Conselho Fiscal da instituição.

De acordo com Antonio Silva, a FIEAM tornou-se a principal interlocutora do setor produtivo amazonense, ao lado da ACA, do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam), Fecomércio e Federação da Agricultura. Ele lembra que o trabalho dessas instituições foi fundamental na luta pela prorrogação dos incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus, hoje em vigor até 2073.

Fonte: fieam.org.br