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Incubadora no programa “Manhã no ar”

O diretor executivo do CIDE, José Barbosa Grosso, dá entrevista.
O diretor executivo do CIDE, José Barbosa Grosso, dá entrevista.

 

Uma equipe de jornalistas da Rede Calderaro de Comunicação (RCC) esteve no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), para fazer reportagens de empreendedorismo e de produtos inovadores. O material foi divulgado no telejornal matinal da TV A Crítica, o “Manhã no Ar”, afiliada à Rede Record.

Durante três horas, os produtores puderam conversar com o diretor executivo do centro, adentrar-se às empresas, entrevistar empresários, conhecer e degustar produtos considerados inovadores nos segmentos de Alimentação, Bebidas, Cosméticos, Saúde e Tecnologia da Informação (TI).

“Ao longo deste ano, já havíamos recebido outras equipes de produtores de telejornal, mas, nesta ocasião, a proposta de reportagem foi mais detalhada e o número de empresas visitadas foi maior. Fico feliz pela divulgação dos trabalhos que realizamos aqui e pelo interesse que o CIDE desperta na imprensa local. Isso é um ótimo reconhecimento e serviço à sociedade”, diz o diretor executivo, José Barbosa Grosso.

Para os empresários instalados na incubadora de empresas o momento foi de oportunidade de contar sua história como empreendedores e divulgar os produtos. “Eu era taxista e percebi a ocasião de explorar o segmento de temperos regionais. Hoje tenho meu próprio negócio”, conta Marcos Agra.

O vídeo pode ser visto em: http://play.acritica.com/media/t/108322241/22954641

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A equipe de televisão visitou a empresa de alimentos congelados, Trembão.
A equipe de televisão visitou a empresa de alimentos congelados, Trembão.

 

O proprietário da Trembão (esq.), Gustavo, fala sobre seus produtos aos visitantes.
O proprietário da Trembão (esq.), Gustavo, fala sobre seus produtos aos visitantes.

 

A farmacêutica, Gisele Auad, fala para a televisão.
A farmacêutica, Gisele Auad, fala para a televisão.

 

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Na Sohervas da Amazônia, repórter experimenta os licores regionais.
Na Sohervas da Amazônia, repórter experimenta os licores regionais.

 

Equipe de jornalistas visitam a Temperos da Amazônia.
Equipe de jornalistas visitam a Temperos da Amazônia.

 

O proprietário da Temperos da Amazônia, Marcos Agra, recebe a equipe de televisão.
O proprietário da Temperos da Amazônia, Marcos Agra, recebe a equipe de televisão.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Saber escutar os jovens fora da sala de aula

Estudantes aprendem a elaborar perfumes.
Estudantes aprendem a elaborar perfumes.

 

Estudantes do Ensino Médio continuam procurando referências práticas, no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), para complementar os estudos de sala de aula. No mês de agosto foram os alunos da Escola Estadual Sant´Ana, situada no bairro Petrópolis, e os estudantes do Instituto Federal do Amazonas (IFAM), que estiveram visitando empresas de cosméticos, instaladas na incubadora, com o objetivo de adquirir conhecimentos do processo químico pelo qual passa a elaboração de perfumes, sabonetes e hidratantes, feitos com produtos regionais.

Conforme a professora de Química, Giselle Alves, os estudantes adquirem conhecimentos dentro e fora da escola. “A nossa escola, além de transmitir o conhecimento teórico, realiza atividades práticas, como feiras de ciências. Portanto, o motivo da nossa visita é conhecer como as empresas de cosméticos elaboram seus produtos e como eles são comercializados. Isso incentiva os alunos a melhorar a sua formação”, diz a docente.

Dar exemplos é o melhor exemplo

Divididos em grupos, os estudantes tiveram a oportunidade de perguntar e tirar dúvidas, e ver como são preparados os produtos das empresas Perfumes da Amazônia e Cheiro D´Folha, que usam essências da floresta. “A produção de cosméticos diante dos alunos de Química é algo maravilhoso. Futuramente, podemos ter novos empreendedores nessa área”, conta Giselle, a professora que recebeu uma autêntica aula de como produzir um perfume.

Diante do empreendedor Elton de França, os escolares aprenderam a misturar as substâncias básicas para a elaboração de um perfume. “É muito gratificante que o nosso trabalho desperta interesse de muitos jovens. É um sentimento de dever cumprido, não somente do lado financeiro, mas também do lado social”, diz França.

Para os empresários visitados, o exemplo é a melhor forma de expressão aos jovens estudantes que procuram superar desafios. “Os exemplos de sucesso motivam os estudantes, dá confiança para aqueles que ainda estão escolhendo a profissão. Portanto, o sucesso de outros funciona como estopim para a tomada de decisões para quem deseja empreender”, complementa França.

 

Estudantes conhecem novas fragâncias na empresa Cheiro D´Folha.
Estudantes conhecem novas fragâncias na empresa Cheiro D´Folha.

 

 

Visitantes falam diretamente com os empreendedores.
Visitantes falam diretamente com os empreendedores.

 

 

Estudantes do Instituto Federal do Amazonas (Ifam), no CIDE.
Estudantes do Instituto Federal do Amazonas (Ifam), no CIDE.

 

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Capacitação: mais uma formação concluída

Empreendedores e o coach Magela, na sala de formação do CIDE.
Empreendedores e o coach Magela, na sala de formação do CIDE.

 

O período de formação, que tem como objetivo melhorar a estrutura funcional das empresas instaladas no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), concluiu mais uma etapa, no último dia 31 de agosto, nas salas de capacitação da incubadora de empresas.

Empresários de vários segmentos fizeram o curso com o economista e consultor, Geraldo Magela, apoiados pelo Departamento de Assistência à Média e Pequena Indústria (DAMPI), da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM).

Para o mês de setembro estão programados novos encontros de capacitação.

A formação está estruturada de três etapas, em meses diferentes, passando pela Profissionalização da Gestão, Identidade Organizacional das Empresas e Planejamento Estratégico. “A formação tem a finalidade de corrigir os principais erros nas gestões consideradas ‘familiares’, nos aspectos financeiros e no processo empresarial”, diz Magela.

Em cada capacitação, os empresários ouvem palestras de casos de sucesso, falam sobre sua situação empresarial e realizam dinâmicas que ajudam a atender melhor o processo empreendedor. “Para quem está começando um novo projeto na vida, o curso é muito importante porque começamos a organizar nossas informações, nossas ideias e criamos uma identidade sólida para nossa empresa e aperfeiçoamos outros valores”, destaca a empresária da Cheiro D´Folha, Waldelice Barreto.

 

A formação reuniu mais de 15 empresas.
A formação reuniu mais de 15 empresas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Empresário instalado no CIDE é notícia nacional

Marcos Agra fala para universitários no CIDE.
Marcos Agra fala para universitários no CIDE.

 

Sob o título “Empresário da Amazônia se prepara para conquistar mercado externo”, a agência Sebrae publicou, no último dia 15 de setembro, uma reportagem com o empreendedor do segmento de Temperos, Marcos Agra, instalado no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial.

O texto a seguir foi copiado integralmente do site do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

 

Poder unir duas paixões motivou o manauara Marcos Agra a criar a Temperos da Amazônia – Aromas e Sabores. Há dez anos, o então taxista, insatisfeito com a profissão, buscava uma ocupação que o realizasse. A ideia surgiu em um jantar para amigos, momento em que ele fazia o que mais gostava – cozinhar, usando temperos e peixes típicos da região Amazônica.

Da conversa informal e da percepção de que os produtos oferecidos no mercado eram de péssima apresentação, nasceu a microempresa, em 2012. O caminho foi trilhado desde 2008 com muito cuidado e suporte do Sebrae, afinal, Marcos não sabia por onde começar. Aprendeu a elaborar plano de negócios e fez dezenas de cursos, como Empretec, Liderança e Gestão da Inovação.

Também com apoio da instituição, obteve as certificações e orientações para uma produção segura, inclusive o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Neste ano, devemos obter o Selo Amazônico, do Governo do Estado, que comprova a procedência do produto”, revela.

O Sebrae também apresentou ao empresário o Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), incubadora na qual instalou a pequena fábrica, em um galpão de 130 metros quadrados. De lá saem, geralmente sob encomenda, 22 produtos sem corantes nem conservantes, cujas receitas foram criadas por ele. A pimenta-murupi é a vedete, presente em itens como geleia de manga, farinha e tucupi, todos apimentados, além da recém-lançada trufa de chocolate com geleia de cupuaçu.

“É uma pimenta pouco conhecida, muito saborosa e ardida, presente principalmente no Amazonas”, explica ele, que tem a ajuda da esposa Micaela, do filho Igor e de colaboradores eventuais para auxiliar na produção e atuar como vendedores em eventos. Aliás, é Mica, como a chama carinhosamente, que muitas vezes contém a empolgação do marido. “Eu gosto de criar, de produzir, ela é mais pé no chão”, conta o empresário.

Seguindo a linha – um passo de cada vez – que caracteriza a trajetória da Temperos da Amazônia, os produtos começam a ultrapassar as fronteiras do estado. Com sorte, é possível encontrá-los em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba (PR), onde passaram a ser comercializados neste ano em lojas especializadas e feiras.

O próximo passo é conquistar o exterior e, mais uma vez, o Sebrae tem auxiliado o empreendedor, assim como outras instituições de fomento às exportações. “Enviamos amostras para contatos na Itália, em Portugal, na cidade do Porto, e nos Estados Unidos. Espero que 2018 seja o nosso ano de começar a exportar”, torce.

 

SEBRAE 45 ANOS

A trajetória deste empresário e de milhões de outros empreendedores fazem parte da história do Sebrae, instituição criada em 1972 para fomentar e desenvolver os pequenos negócios no Brasil. Em 2017, o Sebrae comemora 45 anos de atuação em defesa dos micro e pequenos empreendedores, que somam hoje 98,5/% do total de empresas do Brasil e geram mais da metade dos empregos no país. Formalização, inovação, redução da burocracia, ampliação do acesso ao crédito e melhoria do ambiente legal fazem parte do compromisso do Sebrae com os pequenos negócios.

Marcos Agra (ao centro) participa de capacitações com outros empresários no CIDE.
Marcos Agra (ao centro) participa de capacitações com outros empresários no CIDE.

 

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Universitário da fronteira: em busca de novas ideias

Antes de visitar às empresas, universitários conversam o diretor executivo do CIDE.
Antes de visitar às empresas, universitários conversam o diretor executivo do CIDE.

 

Uma turma de universitários do curso de Administração da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) de Benjamin Constant, município a 1.120 Km de Manaus, sai por primeira vez da sua cidade para conhecer as empresas instaladas no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), conversar com os empreendedores e entender o processo de administração de uma incubadora.

Para chegar ao CIDE, em Manaus, o grupo de acadêmicos teve de realizar vários pequenos eventos, como rifas e sorteios, para conseguir o dinheiro e comprar as passagens de ida e de volta. “Eu ouvi falar do CIDE em um evento internacional e me interessei por conhecer mais sobre essa instituição, e surgiu a oportunidade de trazer os estudantes com a finalidade de que eles possam desenvolver ideias empreendedoras e colocá-las em prática no seu município. Na verdade, o interior é carente de tudo e aceitamos o desafio de tomar iniciativas empreendedoras e inovadoras onde há carência e pobreza. É possível”, diz o professor Antônio Conceição, que nasceu em Manaus, mas trabalha em Benjamin Constant.

Segundo o grupo, a viagem até a capital durou quatro dias de barco. “O curso tem disciplinas de Empreendedorismo, Cooperativismo, Associativismo e essa visita faz parte de um projeto que queremos implantar na universidade, e esses alunos vão ser uma espécie de sementes para outros estudantes daquela cidade, de modo que possamos incentivá-los a tomar iniciativas, a tomar decisões e criar oportunidades de negócios ”, conta Conceição, dizendo também que, ao voltar, a turma vai realizar um pequeno evento para contar suas experiências na incubadora.

Contato Direto

A estudante de Administração, Taíza da Silva, veio com a delegação e conversou com os empreendedores.

“Lá, em Benjamin Constant, nós não temos contato com esse ambiente de fábricas e empresas. Então, a nossa finalidade aqui é ter um contato direto com os empreendimentos, conhecer a história dos empresários e ter novas ideias que possamos desenvolver dentro e fora da universidade”, diz Taíza.

Antes de visitar as empresas, os universitários ouviram uma palestra com o diretor executivo da incubadora, José Grosso, e foram divididos em grupos para falar pessoalmente com os empresários. “Para os estudantes do interior do Amazonas as coisas são mais difíceis. Mas fico muito feliz que eles já superaram a etapa de sair do seu local acadêmico para conhecer novos ambientes. Espero que sejam grandes empreendedores e possam ajudar outras pessoas, e desenvolvam as atividades comerciais em Benjamin Constant”, conclui Grosso.

Acadêmicos conhecem fábrica de temperos regionais.
Acadêmicos conhecem fábrica de temperos regionais.

 

 

Universitários registram sua primeira visita a uma incubadora de empresas.
Universitários registram sua primeira visita a uma incubadora de empresas.

 

 

Empresária do segmento de Doces Regionais conversa com os visitantes.
Empresária do segmento de Doces Regionais conversa com os visitantes.

 

 

No auditório do CIDE, universitários veem vídeo institucional.
No auditório do CIDE, universitários veem vídeo institucional.