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Instituições de pesquisa se reúnem em conferência internacional

A abertura aconteceu no auditório da Casa da Ciência (INPA)

Pesquisadores, doutores, universitários, diretores de instituições de pesquisa e tecnologia e convidados se reuniram nos dias 6 e 7 de junho, no Auditório da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), para debater sobre tecnologia, ciência e novos investimentos na Amazônia, na 2ª Conferência Internacional sobre Processos Inovativos na Amazônia. O evento contou com o apoio do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE).

Promovida pelo Arranjo de Núcleos de Inovação Tecnológica (NIT) da Amazônia Ocidental (Arranjo AMOCI/MCTIC) e INPA, a conferência contou com palestras, mesas redondas e painéis. “Os conhecimentos produzidos na área de Tecnologia não podem ficar restritos à universidade ou às empresas, devemos criar ambientes de debate onde estudantes, pesquisadores, investidores possam dialogar e colocar em prática as inovações. Por isso, o CIDE apoia essas iniciativas”, disse o diretor executivo do CIDE, José B. Grosso, que acrescentou que duas empresas da incubadora estavam participando da exposição com seus produtos no auditório.

O diretor executivo do CIDE, José Grosso, e a equipe técnica da incubadora.

 

Equipe técnica do CIDE visita os estandes do evento.

Público na primeira palestra do evento.

Equipe do CIDE na área dos estandes.

 

CIDE comemora seu 19º aniversário

 

O diretor executivo, José Grosso, faz os agradecimentos aos convidados

 

Com a finalidade de comemorar os 19 anos de existência, o Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE) ofereceu, na última semana do mês de maio, um café da manhã para os funcionários, empresários instalados e convidados, no próprio restaurante da incubadora de empresas.

Durante o evento, o diretor executivo do CIDE, José Barbosa Grosso, agradeceu a todos pela confiança da instituição. “Completamos mais um ano de vida com grandes empresas instaladas na nossa incubadora. O que eu desejo a todos é que nós continuemos trabalhando juntos para superar os desafios empresariais, gerar novos empregos e criar produtos inovadores à sociedade”, disse o diretor executivo.

O aniversário do CIDE foi no dia 19 de maio, mas a direção do CIDE decidiu comemorar a data no final do mês para incluir também os aniversariantes do mês, para os quais os convidados cantaram os parabéns.

Empresários e convidados participam do café, oferecido pelo CIDE

Empresários confraternizam no café da manhã

Taiwan se aproxima do CIDE

Representantes de Taiwan conversam com o diretor executivo do CIDE, José Grosso.

Representantes do Conselho para Desenvolvimento do Comércio Exterior de Taiwan (TAITRA) estiveram no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), no mês de março, para oferecer ajuda empresarial às empresas incubadas, melhorando assim sua capacitação e competitividade no mercado local e internacional.

No Brasil, a TAITRA possui um escritório em São Paulo e promove o desenvolvimento de empresas que estão começando no mercado. “Nós queremos colocar os serviços da TAITRA à disposição das empresas instaladas no CIDE. Sabemos que aqui há empresas que estão começando e queremos colocar a tecnologia desenvolvida em Taiwan a serviço do pequeno empresário por meio de parcerias”, destaca o representante da TAITRA, Suen Sik Lung.

Durante a reunião com o diretor executivo do CIDE, José Barbosa Grosso, e com técnicos da incubadora, Suen Sik Lung convidou a instituição a participar de feiras que vão acontecer ao longo de 2019 em Taiwan. “Realizamos várias feiras em Taiwan, como feira de informática, feira de alimentos e outras. Esperamos que haja interessados no futuro. Seguiremos em contato com o CIDE”, conclui o representante da TAITRA.

Para José Grosso, o papel da incubadora é divulgar o que foi discutido na reunião e selecionar as empresas interessadas em participar de feiras e parcerias com a TAITRA. “É um processo que vai ser realizado com a ajuda de outros parceiros como o Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM). Esperamos que muitas empresas se interessem em participar desse novo projeto”, diz.

Durante a reunião os visitantes esclareceram as propostas

 

Novas startups se instalam no CIDE

Jovens empreendedores se reúnem com técnica do CIDE

Novas startups, empresas que estão no início de suas atividades e que buscam explorar atividades inovadoras no mercado, vão se instalar no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), no mês de abril. São empresas que vão atuar na área de Tecnologia para a Saúde, desenvolvendo produtos e serviços com tecnologia de ponta.

A decisão de instalar-se no CIDE partiu dos próprios proprietários depois de participarem do edital do programa Samsung Creative Startups que prevê um aporte de até R$ 200 mil reais em cada startup selecionada. “No final do mês de janeiro de 2019, houve uma seleção de empresas, no evento Bootcamp. As startups selecionadas para participarem do programa podem escolher uma incubadora de empresas. De 12 startups pré-solucionadas, somente quatro foram aprovadas. Das quatro aprovadas duas escolheram o CIDE”, diz a encarregada de receber novas empresas no CIDE, Elizabeth Araújo, recordando que os  participantes do projeto ainda podem ser indicados para um intercâmbio na Coreia do Sul, onde poderão apresentar as soluções desenvolvidas para investidores asiáticos.

Os novos instalados e contemplados do programa Samsung Creative Startups, já estiveram no CIDE para uma reunião com a equipe técnica da instituição e conhecer as instalações. “As incubadoras de empresas que recebem esses jovens, oferecem as ferramentas, como assessorias para que a empresa nascente chegue mais estruturada ao mercado”, diz o diretor executivo, José Grosso.

 

O Samsung Creative Startups é um programa de aceleração de empreendimentos de base tecnológica em parceria com a Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores) e o CCEI (Centro Coreano de Economia Criativa e Inovação).

 

Produtos regionais recheiam a Páscoa local

Produtos produzidos por Amazon Doces

Cada ano, grandes marcas do segmento lançam novos modelos e formatos de ovos de chocolate para a Páscoa. Diante desse cenário, as pequenas empresas e empreendedores de doces artesanais tiveram que se capacitar e investir em novas técnicas de produção para se diferenciar da concorrência que cresce todos os anos.

Um exemplo concreto, é a Amazon Doces, empresa instalada no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), que fabrica seus próprios ovos de chocolate com ingredientes regionais, buscando a criatividade do artesanato local.

Especialistas na área dizem que a segmentação pode ser uma estratégia porque há públicos e consumidores para uma lista enorme de ovos de Páscoa que valorizam o produto. “Para este ano, temos bombons de Páscoa, ovos de chocolate em caixas, brigadeiros, todos os produtos com ingredientes regionais, como cupuaçu com pimenta murupi, açaí, buriti, araçá-boi e cubiu”, diz a proprietária Jane Barros.

Além do Chocolate

Além disso, o consumidor de hoje vê no chocolate de ovo de Páscoa um presente para a namorada, namorado, mãe, avó e amigos. Por isso, muitos especialistas no mercado dizem que a dica é fazer diferente, investindo em qualidade e atendimento, criando uma fantástica experiência de compra. “Nossas cestas e caixas artesanais são feitas pelos artesãos dos municípios do Amazonas, como São Gabriel da Cachoeira, Rio Preto da Eva e Careiro Castanho. É um trabalho desenvolvido pelas próprias comunidades desses municípios, de forma sustentável. Ganha o artesão, o fabricante e o cliente que vai consumir um produto artesanal e de qualidade, sem industrialização”, comenta Jane Barros.

Boa perspectiva

O período de Páscoa é uma das melhores datas para a indústria de chocolate no ano, gera um aumento significativo na produção e em empregos temporários, aquecendo a economia. “No ano passado, vendemos 6 mil ovos de chocolate, somando mais de 10 mil produtos. Este ano queremos chegar a 15 mil ovos de chocolate”, diz a empresária Jane Barros, lembrando que no interior do Estado tem bons clientes. “Já recebemos uma venda de 5 mil ovos de Páscoa para o interior do Amazonas, para os municípios de Altazes e Manicoré, e os nossos produtos podem ser encontrados em mercadinhos desses municípios”, conclui a empreendedora.

Em números

Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), em 2018 foram produzidas mais de 11 mil toneladas de ovos e produtos de Páscoa, número 26% maior que o registrado em 2017. Para atender a demanda de Páscoa deste ano, as indústrias e o varejo geraram mais de 18 mil vagas de empregos temporários, tanto em fábrica quanto em pontos de venda.

Produção de ovos de Páscoa na fábrica da Amazon Doces

Além de ovos de Páscoa, a Amazon Doces colocou no mercado caixas artesanais com chocolate

 

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