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Arquivos por mêsdezembro 2015

CIDE conclui as atividades de 2015 com almoço

Funcionários e empreendedores se confranternizam em almoço oferecido pelo CIDE.

Funcionários e empreendedores se confranternizam em almoço oferecido pelo CIDE.

 

 

 

Com muitos agradecimentos e novas metas para o ano de 2016, o diretor executivo do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), José Cunha Barbosa Grosso, concluiu, hoje, 18, as atividades da incubadora, com um almoço para os empreendedores instalados e funcionários da instituição.

Durante o almoço, houve partidas de dominó, brincadeiras e sorteio de uma cesta de doces, cortesia da Amazon Doces. “Desejo a todos os empresários instalados e aos funcionários que tanham fé, trabalhem com esperança de que o ano que vem será melhor do que o de 2015. Devemos ter força e vencer a crise com trabalho. Que todos os bons desejos se realizem”, disse José Grosso, diante dos funcionários e da gestora do Polo de Modas, conhecido como CIDE 2, Elizabeth Araújo, que aproveitou a ocasião para agradecer também a todos.

O diretor executivo, lembrou também que, hoje, o CIDE vai além de uma simples incubadora. “Tivemos várias visitas administrativas e de estudantes universitários, e de cursos técnicos da capital e do interior do Amazonas. Tivemos uma visita internacional dos estudantes da Universidade do Texas para conhecer nossa estrutura e as empresas incubadas. Então, isso significa que estamos sendo reconhecidos. Esperamos que as empresas continuem crescendo, divulguem seus produtos em feiras e que a incubadora continue auxiliando os que querem vir aqui”, finalizou o diretor, lembrando que a incubadora entra em recesso até o dia 3 de janeiro e retoma suas atividades no dia 4 do mesmo mês.

O diretor executivo, José Grosso, conversa com o proprietário da Sohervas.

O diretor executivo, José Grosso, conversa com o proprietário da Sohervas.

Empreendedores almoçam com os funcionários do CIDE.

Empreendedores almoçam com os funcionários do CIDE.

O almoço está servido.

O almoço está servido.

 

 

Jogo de dominó entre os convidados.

Jogo de dominó entre os convidados.

 

 

Conversa e brincadeiras entre os convidados.

Conversa e brincadeiras entre os convidados.

 

 

A gestora do "CIDE 2", Elizabeth Araújo (à direita), conversa com funcionários da incubadora.

A gestora do “CIDE 2”, Elizabeth Araújo (à direita), conversa com funcionários da incubadora.

 

 

Não faltaram as selfies.

Não faltaram as selfies.

 

 

Parada para a foto.

Parada para a foto.

 

 

Bom almoço para os convidados.

Bom almoço para os convidados.

 

 

Um churrasco para concluir as atividades.

Um churrasco para concluir as atividades.

 

 

A ganhadora da cesta de doces, oferecida pela Amazon Doces.

A ganhadora da cesta de doces, oferecida pela Amazon Doces.

 

 

 

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O termo “incubadora”, um resumo

Equipe de televisão visita incubadora para conversar com empreendedores de sucesso.

Equipe de televisão visita incubadora para conversar com empreendedores de sucesso.

 

 

 

O modelo precursor do processo de incubação de empresas, como conhecemos hoje, surgiu em 1959 no estado de Nova Iorque (EUA), quando uma das fábricas da Massey Ferguson fechou, deixando um significativo número de residentes novaiorquinos desempregados. Joseph Mancuso, comprador das instalações da fábrica, resolveu sublocar o espaço para pequenas empresas iniciantes, que compartilhavam equipamentos e serviços.

Além da infra-estrutura física das instalações, Mancuso adicionou ao modelo um conjunto de serviços que poderiam ser compartilhados pelas empresas ali instaladas, como secretaria, contabilidade, vendas, marketing e outros, o que reduzia os custos operacionais das empresas e aumentava a competitividade. Uma das primeiras empresas instaladas na área foi um aviário, o que conferiu ao prédio a designação de “incubadora”.

Vale do Silício

Nos anos 70, já na conhecida região do Vale do Silício, nos Estados Unidos, as incubadoras apareceram como meio de incentivar universitários recém-graduados a disseminar suas inovações

Entrevista: O homem empreendedor

Moysés Israel trabalha desde os 11 anos de idade.

Moysés Israel trabalha desde os 11 anos de idade.

 

 

 

Tivemos a oportunidade de entrevistar o amazonense e idealizador do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), Moyses Benarros Israel, que começou a trabalhar aos 11 anos de idade. Foi limpador de escritório, entregador de bombons, sonhou em ser químico industrial, foi Vice-Presidente do Banco do Estado e é o atual Vice-Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM).

Como surgiu a ideia da criação do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial?

Em uma ocasião, tomando café com meu amigo Raimar Aguiar comentei o assunto de dar oportunidades aos pequenos empresários que têm ideias, mas pouco capital para colocá-las em prática. E falei também que precisávamos de um local adequado, no qual esses empreendedores pudessem desenvolver seus projetos e, depois, caminhar sozinhos.

Então, ele me disse que o espaço físico nós tínhamos, que era um local que foi usado pelo Projeto Rondón*, com o apoio da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), localizado em uma área próximo ao Distrito Industrial, onde funciona o CIDE hoje. Começamos a rabiscar o projeto do qual deveríamos ir conversar com a Suframa.

Uma vez que tivemos o apoio da superintendência, começamos a colocar em prática a ideia. Pensávamos grande, lá na frente. A incubadora de empresas deveria ter um espaço para as empresas de tecnologia e de software. E, o que um dia serviu de espaço de dormitório para estudantes, iria se transformar em um espaço cibernético. Iniciamos também, a construção de pavilhões maiores para acolher empresas de outros segmentos. E, com a ajuda da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), instalamos um laboratório de química na incubadora, o qual era usado por professores e estudantes universitários que realizavam análises químicas para colégios e empresas locais. Foi a primeira atividade realizada na incubadora.

Foi eleito como diretor executivo, o senhor Fernando Loureiro, que deu continuidade ao projeto.

Para atrair interessados, fizemos anúncios nos jornais e criamos um modelo de trabalho que deveria ser respeitado pelos empresários que queriam se instalar na incubadora. Então, começaram a surgir segmentos de biojoias, perfumes e outros.

O senhor sonhou alguma vez com a criação de uma incubadora? (risos)

Eu não inventei nada porque incubadoras de empresas já existiam em outros lugares. O que eu fiz foi aplicar conhecimentos adquiridos em minhas viagens ao Chile, a centros acadêmicos, em leituras pessoais sobre esse assunto e oferecer oportunidades à demanda local. Percebemos que era um projeto possível de desenvolver-se em Manaus.

Além disso, minha vida esteve sempre ligada ao ambiente acadêmico e ao empreendedorismo. Eu era membro do conselho da UFAM e viajava a trabalho para assinar convênios e intercâmbios. Como diretor do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-Amazonas), tínhamos um projeto de visitas de estudantes às empresas do Polo Industrial de Manaus, onde eles presenciavam desde a chegada do funcionário à fábrica até o processo de desenvolvimento dos produtos, como relógios e televisores. Inclusive, os estudantes almoçavam com os profissionais. A ideia era desenvolver no aluno o interesse pelo processo de produção. Aquele aluno visitante e, às vezes, estagiário seria o futuro empreendedor, o dono de uma fábrica.

 

O senhor respira empreendedorismo?

Sim. Eu comecei a trabalhar muito cedo, aos 11 anos de idade. Meu pai tinha um comércio e era representante de empresas. Após a morte dele, minha mãe alugou o negócio e fui trabalhar com os meus tios. A essa idade eu tinha de tirar a poeira do escritório, limpar o banheiro e abrir a porta para os funcionários. E, entregava protocolos. Paralelamente a essas atividades, eu estudava e fazia o curso de datilografia que, naquela época, era importantíssimo.

 

Hoje, o CIDE não é a única incubadora de empresas na cidade. O senhor acha que a sua ideia foi multiplicada?

As instituições de educação e pesquisa reconhecem a importância de ter incubadoras de empresas. É importante fomentar e desenvolver novas ideias, e contribuir com o desenvolvimento da sociedade. Queremos agora, ajudar a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) a iniciar a interiorização das incubadoras.

* Criado em 11 de julho de 1967, o Projeto Rondon promovia atividades de extensão universitária levando estudantes voluntários às comunidades carentes e isoladas do interior do país, onde participavam de atividades de caráter notadamente assistencial, organizadas pelo governo.

Entrada da instituição criada por Moyses Israel, o Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE).

Entrada da instituição criada por Moyses Israel, o Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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É possível empreender no campo da Farmácia

Uma técnica de Química, da empresa Anna Morena, fala com estudantes de Farmácia da Ufam.

Uma técnica de Química, da empresa Anna Morena, fala com estudantes de Farmácia da Ufam.

 

 

 

 

Aproximadamente 60 estudantes do curso de Farmácia, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), estiveram, na manhã do último dia 9, no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), para conhecer algumas empresas de perfumaria e cosméticos. A iniciativa serviu como aula de empreendedorismo e prática farmacêutica.

Para a professora Jackeline Marinho, a visita tem um caráter didático para que os estudantes percebam que eles são capazes de ter seu próprio negócio no ramo da Farmácia. “Vir à incubadora é fazer um incentivo a empreender. É um despertar no estudante a capacidade de que ele pode ser um bom profissional e um ótimo empreendedor. É interessante mostrar outros caminhos”, disse.

O estudante do segundo período de Farmácia, Abrames Goes, contou que a visita à incubadora mudou sua forma de pensar. “Agora, eu tenho a ideia de que o empreendedorismo pode ser aplicado em todas as áreas, inclusive na Farmácia”.

Segundo o diretor executivo da incubadora, José Barbosa Grosso, a sua gestão é a que mais recebeu visitas de instituições acadêmicas. “Concluir o ano de 2015 com visitas de universitários, é ótimo. Hoje, o CIDE não é somente um lugar físico para empresários, mas também um local onde estudantes podem aprender de pessoas que um dia foram universitários e hoje são grandes empreendedores. Esse conhecer in loco, esse ouvir histórias empreendedoras incentivam a outros a empreender e a melhorar a nossa economia”, finaliza.

Estudantes ouviram palestra no auditório do CIDE.

Estudantes ouviram palestra no auditório do CIDE.

 

 

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A contadora do CIDE, Aldilene Infante, fala para estudantes de Farmácia da Ufam.

A contadora do CIDE, Aldilene Infante, fala para estudantes de Farmácia da Ufam.

 

 

 

Estudantes de Farmácia da Ufam se orginizam para realizar visita às empresas.

Estudantes de Farmácia da Ufam se orginizam para realizar visita às empresas.

 

 

 

Estudantes de Farmácia experimentam os produtos da empresa de cosméticos Anna Morena.

Estudantes de Farmácia experimentam os produtos da empresa de cosméticos Anna Morena.

 

 

 

Estudantes ouvem história de empreendedorismo em empresa de cosméticos.

Estudantes ouvem história de empreendedorismo em empresa de cosméticos.

 

 

 

Estudantes de Farmácia se despedem.

Estudantes de Farmácia se despedem.

 

 

 

Estudantes de Farmácia da Ufam e funcionárias do CIDE agradecem a visita.

Estudantes de Farmácia da Ufam e funcionárias do CIDE agradecem a visita.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Última reunião do ano no CIDE

Diretor executivo do CIDE e representantes de entidades governamentais se reúnem.

Diretor executivo do CIDE e representantes de entidades governamentais se reúnem.

 

 

Em uma última sessão do ano, a Câmara da Micro e Pequena Empresa se reuniu no Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), com empresários e representantes de instituições governamentais para avaliar o que foi tratado durante o ano, as pendências e novos compromissos para 2016.

Segundo o secretário das Câmaras Setoriais, Laerte Chíxaro, as reuniões foram sempre positivas. “O ano de 2015 foi muito produtivo, principalmente depois que tivemos a ideia de fazer as reuniões da Câmara aqui, na incubadora, onde incentivamos a todos os empresários a participarem, a trazerem seus problemas e soluções. E, agradeço ao diretor executivo, José Grosso, e a todos que contribuíram”, disse.

Ainda de acordo com Chíxaro, podem participar das reuniões toda entidade patronal e laboral. “Gostaríamos que, no ano que vem, houvesse mais participações”, concluiu.

Reunião1

Reunião3