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Arquivos por mêsoutubro 2014

Incubadoras do Brasil buscam novas conexões em evento

AnprotecCide

Com o objetivo de discutir a busca de novos caminhos para que os ambientes de inovação ampliem suas conexões com os setores público e privado, vários gestores de incubadoras de empresas, representantes de centros de pesquisas, de universidades, de associações ligadas à inovação industrial, de parques tecnológicos e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) estiveram reunidos, no 24º Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas, realizado pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), entre os dias 22 e 26 de setembro, em Belém do Pará.

Com o tema “Fronteiras do empreendedorismo inovador: novas conexões para resultados”, os participantes do evento discutiram sobre a busca de novos parceiros, como entidades, grandes empresas e investidores, em escala nacional e internacional.

Para o diretor executivo do Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), José Barbosa Grosso, um dos desafios das incubadoras é o monitoramento das empresas instaladas. “Muitas empresas incubadas possuem uma boa ideia, mas não estão preparadas para dar continuidade no mercado, quando concluem o processo de incubação. Então, temos de ver o que está acontecendo com esses empreendimentos”, diz o gestor.

Ainda de acordo com o diretor do CIDE, o futuro das incubadoras é uma preocupação muito grande por parte da Anprotec. “Durante o evento, ouvimos casos de empresas incubadas que relataram seu desenvolvimento e falaram de seus trabalhos premiados e, realmente, podemos afirmar que a incubação é um processo que se renova cada ano e temos de acompanhar essas mudanças”, afirma José Grosso, acrescentando que novas ideias foram expostas ao longo das plenárias e que podem ser aplicadas no CIDE.

Também estiveram no seminário representantes das incubadoras da FUCAPI, do Instituto Federal do Amazonas (IFAM) e da Faculdade Marta Falcão.

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Pentop apresenta projeto “Dinheiro falante”

A Pentop do Brasil, empresa associada ao Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (CIDE), desenvolveu uma tecnologia para a identificação de dinheiro para pessoas com deficiência visual, utilizando uma caneta (pentops) para falar o valor da cédula. A apresentação aconteceu em um grande hotel de Manaus.

Segundo o diretor de negócios da Pentop, Marivaldo Albuquerque, a tecnologia poderá ser utilizada por “casas da moeda” no Brasil e em outros países para a produção do “dinheiro falante”. “A ideia surgiu a partir da observação da dificuldade de identificação de cédulas de dinheiro por parte de pessoas com deficiência visual e pela ausência de dispositivos para este uso específico”, diz Marivaldo.

O diretor da Pentop, Marivaldo Albuquerque, apresenta o projeto “Dinheiro falante”

O processo de comercialização da tecnologia ainda está em andamento e a empresa procura o apoio de instituições locais e nacionais. “Há dificuldade de implantação da tecnologia na Casa da Moeda do Brasil, por envolver muitos atores e fatores que impedem a implantação imediata”, diz o diretor da Pentop com a esperança de que as dificuldades sejam eliminadas.

Para Marivaldo a apresentação foi excelente para apresentar os resultados do projeto e para receber o feedback dos avaliadores e saber o que a empresa pode melhorar em termo de relatórios e detalhes do projeto.

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